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Rafael Lemos

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Mensagens que Edificam

673 - Quando o ribeiro secar, eu ouço o Senhor - Pr. Genilson Prudencio
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  • 673 - Quando o ribeiro secar, eu ouço o Senhor - Pr. Genilson Prudencio

    Nesta mensagem, o Pr. Genilson Prudencio, com o texto em I Reis, capítulo 17, versículos 7, 8 e 9a, nos traz uma reflexão sobre nossa confiança no Senhor, mesmo em tempos difíceis.A história de Elias nos ensina que confiar em Deus não significa viver sem dificuldades, mas permanecer firme mesmo quando as circunstâncias mudam.Deus havia conduzido Elias até o ribeiro de Querite, onde ele encontrava água para beber, enquanto os corvos levavam alimento diariamente. Era um lugar de provisão, cuidado e proteção. Porém, chegou um momento em que o ribeiro secou, porque não chovia sobre a terra.E aqui encontramos uma grande lição: o fato de Deus ter nos colocado em determinado lugar não significa que aquele lugar será permanente.1. Nem toda provisão é permanente.Elias estava exatamente onde Deus havia mandado estar, mas, mesmo assim, o ribeiro secou. Isso nos mostra que estar no centro da vontade de Deus não significa que nunca enfrentaremos períodos de escassez.Às vezes, aquilo que ontem era suficiente hoje já não consegue nos sustentar. Uma porta se fecha, uma oportunidade desaparece, uma situação muda. Mas não podemos confundir o fim de uma provisão com o fim do cuidado de Deus.2. Quando o ribeiro seca, Deus continua sendo Deus.O ribeiro secou, mas a fonte de Elias não era o ribeiro, era o próprio Deus!Talvez tenhamos cometido o erro de colocar nossa confiança naquilo que Deus usa para nos abençoar, e não naquele que é a origem de toda bênção.O emprego pode acabar, os recursos podem diminuir, pessoas podem partir e planos podem mudar. Mas Deus não perde o controle quando nossas circunstâncias saem do controle.3. O fim de uma estação pode anunciar um novo direcionamento.Depois que o ribeiro secou, Deus falou novamente com Elias e o orientou a ir para Sarepta. O lugar mudou, mas o Deus que o sustentava continuou o mesmo.Isso nos ensina que não podemos ficar presos ao lugar onde Deus nos sustentou ontem, a ponto de não percebermos para onde Ele está nos conduzindo hoje.Às vezes, insistimos em permanecer junto a um ribeiro que já secou, enquanto Deus está nos chamando para viver uma nova experiência de dependência e fé.Conclusão: Talvez o seu ribeiro esteja secando. Talvez aquilo que sustentava sua vida já não esteja mais disponível como antes. Mas não permita que a escassez das circunstâncias produza escassez de fé dentro de você.Lembre-se: Elias não deixou de ser cuidado por Deus quando o ribeiro secou. Pelo contrário, foi naquele momento que Deus revelou uma nova direção.Não coloque sua confiança no ribeiro, coloque sua confiança naquele que faz a água brotar!Porque, mesmo quando o ribeiro secar, Deus continuará sendo Deus. E se Ele cuidou de você até aqui, continuará conduzindo seus passos daqui para frente.A minha confiança não está naquilo que Deus pode me dar, mas em quem Deus é!Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

    Fri, 30 Oct 2026 - 33min
  • 672 - O CEGO de Jericó

    Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Marcos, capítulo 10, versículos 46 ao 52, nos traz uma reflexão sobre o que o cego de Jericó tem para nos ensinar.A história de Bartimeu nos apresenta um homem que vivia à margem da sociedade, cego e dependente da ajuda das pessoas. Ele estava sentado à beira do caminho, mendigando, quando ouviu que Jesus de Nazaré estava passando. Naquele momento, Bartimeu percebeu que aquela poderia ser a oportunidade que tanto esperava.Ao ouvir que Jesus estava por perto, começou a clamar: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!” A multidão tentou fazê-lo calar, mas ele não desistiu. Quanto mais tentavam silenciá-lo, mais ele gritava. Bartimeu não podia enxergar Jesus com os olhos, mas conseguia reconhecê-lo pela fé.Quantas vezes também somos assim? Enfrentamos situações que parecem tirar nossa visão do futuro. Existem momentos em que as dificuldades, as decepções e as palavras das pessoas tentam nos convencer de que não há mais esperança. Às vezes, a própria multidão representa as vozes que tentam nos silenciar, dizendo que não adianta orar, acreditar ou continuar buscando a Deus.Mas Bartimeu nos ensina que não podemos permitir que as vozes contrárias sejam mais fortes do que a nossa fé! Ele sabia que Jesus era sua oportunidade e não permitiria que aquela oportunidade passasse sem que ele clamasse por misericórdia.O mais interessante é que Jesus parou. Em meio a uma multidão que caminhava com Ele, Jesus ouviu a voz de um homem que muitos consideravam insignificante. Aqueles que tentavam silenciar Bartimeu precisaram dizer-lhe que tivesse coragem, porque Jesus o estava chamando.Quando soube que Jesus o chamava, Bartimeu lançou sua capa, levantou-se e foi ao encontro dele. Aquela capa provavelmente fazia parte de sua vida como mendigo, mas, diante da possibilidade de uma nova história, ele não ficou preso àquilo que representava sua antiga condição.Então, Jesus lhe perguntou: “Que queres que te faça?” Bartimeu respondeu: “Mestre, que eu tenha vista.” Jesus lhe concedeu a visão, e aquele homem que antes estava sentado à beira do caminho passou a seguir Jesus pelo caminho.Aqui encontramos uma grande lição: Bartimeu começou a história sem enxergar, mas terminou enxergando e seguindo Jesus. Seu encontro com Cristo não mudou apenas sua condição física; mudou também a direção de sua caminhada.Talvez você esteja vivendo um tempo em que não consegue enxergar uma saída para os seus problemas. Talvez as circunstâncias tenham obscurecido seus sonhos, enfraquecido suas esperanças e feito você se sentir esquecido. Mas a história de Bartimeu nos lembra que não precisamos enxergar todas as respostas para continuar clamando por Jesus.Não permita que as dificuldades calem sua oração. Não permita que as críticas destruam sua fé. E não fique tão preso àquilo que você viveu ontem a ponto de não perceber a oportunidade que Deus coloca diante de você hoje.Porque o mais importante não é apenas receber de Jesus aquilo de que precisamos, mas permitir que, depois de encontrá-lo, nossa vida nunca mais caminhe na mesma direção.Quem tem um encontro verdadeiro com Jesus não precisa permanecer à beira do caminho. Pode se levantar pela fé e começar a caminhar com Ele!Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

    Mon, 26 Oct 2026 - 33min
  • 671 - O DEUS deles é o meu DEUS - Pr. Glauter Ataide

    Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Romanos, capítulo 8, versiculos 31 ao 39, nos traz uma reflexão sobre vivermos uma fé verdadeira em Deus.Paulo faz uma das declarações mais poderosas da Bíblia: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31). Essa pergunta não significa que não enfrentaremos lutas, perdas ou dias difíceis. Significa que, em meio a tudo isso, existe uma certeza que não pode ser abalada: Deus está conosco!Quando olhamos para a Bíblia, encontramos homens e mulheres que experimentaram o poder, a fidelidade e o cuidado de Deus. O Deus que sustentou Abraão, abriu o mar para Moisés, fortaleceu Davi diante de Golias e esteve com Daniel na cova dos leões é o mesmo Deus que continua agindo hoje. O Deus deles é o meu Deus!Mas essa declaração vai além de admirar os testemunhos do passado. Não basta dizer que o Deus de Abraão é poderoso, que o Deus de Moisés faz milagres ou que o Deus de Daniel livra do perigo. Precisamos desenvolver uma fé que nos permita conhecer esse mesmo Deus em nossa própria caminhada.Romanos 8 nos ensina que a nossa segurança não está na ausência de problemas, mas na presença de Deus. Paulo não afirma que o cristão nunca será perseguido, que jamais enfrentará tribulações ou que estará livre das dificuldades. Pelo contrário, ele reconhece que existem momentos em que a vida parece tentar nos separar do amor de Deus. Ainda assim, declara que somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou.O Deus deles é o meu Deus, mesmo quando a minha história é diferente da história deles. Talvez Deus tenha livrado Daniel da cova dos leões, mas isso não significa que todas as nossas covas serão fechadas imediatamente. Talvez Deus tenha aberto o mar para Moisés, mas nem sempre o caminho que Ele prepara será aquele que imaginamos. A grande questão não é se Deus fará exatamente o que fez no passado, mas se continuaremos confiando nele quando não compreendermos o que está fazendo no presente.Paulo encerra esse texto com uma convicção extraordinária: nem a morte, nem a vida, nem os poderes, nem o presente, nem o futuro, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.Perceba: a nossa maior segurança não é ter a garantia de que tudo acontecerá como desejamos, mas saber que, aconteça o que acontecer, nada poderá nos separar do amor de Deus!Por isso, não viva apenas contando os milagres que Deus realizou na vida de outras pessoas. Construa sua própria história com Ele. Conheça a Sua Palavra, permaneça fiel nos dias difíceis e aprenda a confiar mesmo quando não houver respostas imediatas.O Deus que esteve com eles continua sendo Deus hoje. Ele não perdeu o poder, não mudou o caráter e não deixou de ser fiel. E, por meio de Jesus Cristo, podemos viver um relacionamento pessoal com Ele.O Deus de Abraão, de Moisés, de Davi e de Daniel é o meu Deus! Não porque eu tenha a garantia de viver as mesmas experiências que eles viveram, mas porque posso confiar no mesmo Deus que os sustentou.Que a nossa fé não dependa apenas dos testemunhos que ouvimos, mas da certeza daquele que conhecemos e em quem confiamos.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

    Sat, 24 Oct 2026 - 36min
  • 670 - TRANSIÇÃO

    Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em João, capítulo 4, versículos 25 ao 30, nos traz uma reflexão sobre mudanças em nossa vida.Existem encontros com Deus que marcam o início de uma nova fase em nossa vida. São momentos em que chegamos de uma maneira, mas saímos completamente diferentes. E foi exatamente isso que aconteceu com a mulher samaritana.Ela chegou ao poço de Jacó para buscar água, mas encontrou Jesus. Foi em um lugar comum, durante uma atividade cotidiana, que ela teve um encontro extraordinário com aquele que conhecia sua história e, mesmo assim, decidiu se revelar a ela como o Messias.Aquela mulher estava prestes a viver uma transição!1. A transição começa quando temos um encontro com Jesus.No versículo 26, Jesus declara: “Eu o sou, eu que falo contigo.”Até aquele momento, aquela mulher conhecia rejeições, carregava marcas do passado e vivia uma realidade que muitos poderiam usar para defini-la. Mas Jesus não a enxergou apenas pela sua história; Ele a enxergou pela possibilidade de transformação que aquele encontro poderia produzir.Isso nos ensina que a nossa história não precisa determinar o nosso futuro. Quando Jesus entra em nossa vida, Ele nos permite enxergar além dos erros, das feridas e das limitações que carregamos.A transição não começa necessariamente quando as circunstâncias mudam. Muitas vezes, ela começa quando a nossa maneira de enxergar a vida muda por causa de Jesus.2. A transição exige que deixemos algumas coisas para trás.O versículo 28 diz que a mulher deixou o seu cântaro, foi à cidade e começou a anunciar o que havia acontecido.O cântaro representava o motivo pelo qual ela tinha ido até aquele poço. Ela chegou preocupada com uma necessidade natural, mas saiu carregando uma descoberta espiritual muito maior.O texto não afirma que ela abandonou definitivamente o cântaro, mas destaca que, naquele momento, ele deixou de ser sua prioridade. Ela encontrou algo tão importante que precisou compartilhar com outras pessoas.Existem momentos em que Deus muda nossas prioridades. Aquilo que antes ocupava todo o nosso pensamento perde espaço diante daquilo que passamos a compreender sobre Ele.Quem vive uma transição com Deus não pode continuar preso à mesma mentalidade de antes. Há pesos que precisam ser deixados, hábitos que precisam ser revistos e prioridades que precisam ser reorganizadas.3. A transição transforma testemunhas em mensageiros.O versículo 29 revela a atitude daquela mulher: ela foi até a cidade e disse às pessoas: “Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura, não é este o Cristo?”Observe a transformação: ela chegou ao poço para buscar água, mas saiu dali levando uma mensagem. Chegou sozinha, mas voltou em direção às pessoas. Chegou com uma necessidade, mas saiu com um testemunho.A mulher que poderia ser lembrada pelas marcas do seu passado agora tinha algo novo para compartilhar: o encontro que tivera com Jesus.É isso que acontece quando Deus nos conduz a uma nova fase. A transformação que Ele realiza em nós começa a alcançar também aqueles que estão ao nosso redor.Talvez você esteja vivendo exatamente isso: uma transição entre uma fase que está terminando e outra que ainda não compreende por completo. Pode ser que existam dúvidas, inseguranças e coisas que você ainda precise deixar para trás.Mas lembre-se: você não precisa conhecer todos os detalhes do caminho para dar o próximo passo com Jesus.A mulher samaritana entrou naquela história buscando água e saiu anunciando o Messias. Ela não saiu apenas de um lugar para outro; saiu de uma realidade para uma nova perspectiva de vida.Porque, quando Jesus nos encontra, Ele não apenas muda o nosso destino — Ele muda também a nossa maneira de caminhar.A transição não é somente sair de onde você está. É permitir que Jesus transforme quem você é para que sua vida revele quem Ele é!Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

    Mon, 19 Oct 2026 - 35min
  • 669 - O Reino não é para ser aparentado, é para ser VIVIDO! - Pra. Karlla Sales

    Nesta mensagem, a Pra. Karlla Sales, com o texto em Mateus, capítulo 21, versículos 28 a 32, nos traz uma reflexão sobre a aparência não sustenta o Reino.Jesus conta uma parábola sobre dois filhos que receberam a mesma ordem do pai: ir trabalhar na vinha. O primeiro disse que não iria, mas depois se arrependeu e foi. O segundo respondeu que iria, mas não foi.Com essa história, Jesus nos ensina uma verdade profunda: Deus não está interessado apenas naquilo que falamos, mas principalmente naquilo que vivemos.O segundo filho tinha a resposta certa, mas a atitude errada. Ele sabia o que o pai queria ouvir, mas não demonstrou disposição para obedecer. Já o primeiro, mesmo tendo começado de maneira errada, reconheceu seu erro, arrependeu-se e mudou de atitude.E quantas vezes nos parecemos com esse segundo filho? Dizemos que amamos a Deus, que confiamos nele, que queremos fazer a sua vontade, mas, na prática, nossas atitudes contradizem nossas palavras. Falamos de perdão, mas guardamos mágoas. Falamos de amor, mas julgamos o próximo. Falamos de fé, mas, diante das dificuldades, agimos como se Deus não estivesse conosco.O Reino de Deus não é um teatro no qual precisamos aparentar ser santos; é uma realidade que precisa ser vivida todos os dias!Não se trata de parecer cristão diante das pessoas, mas de permitir que Cristo transforme nosso coração, nossas escolhas, nosso caráter e a maneira como tratamos aqueles que estão ao nosso redor.Jesus também confrontou os religiosos de sua época, que demonstravam aparência de piedade, mas resistiam à vontade de Deus. Enquanto isso, pessoas consideradas pecadoras estavam se arrependendo e entrando no Reino antes deles. Isso nos mostra que Deus não procura pessoas que nunca erraram, mas pessoas que reconhecem seus erros e estão dispostas a mudar.O arrependimento verdadeiro não é apenas sentir tristeza pelo que fizemos; é tomar uma nova direção. É sair da posição de quem apenas promete e assumir a postura de quem obedece.Talvez você tenha dito muitas vezes: “Senhor, pode contar comigo!”. Mas a pergunta que fica é: Deus pode contar com as suas atitudes ou apenas com as suas palavras?Não basta dizer que Jesus é o Senhor; precisamos permitir que ele governe nossa vida. Não basta conhecer a Palavra; precisamos praticá-la. Não basta frequentar uma igreja; precisamos viver os valores do Reino dentro e fora dela.Porque o Reino não se manifesta apenas quando levantamos as mãos durante um louvor, mas também quando escolhemos perdoar, quando somos honestos mesmo sem ninguém olhando, quando ajudamos alguém sem esperar reconhecimento e quando obedecemos a Deus mesmo que isso nos custe alguma coisa.Conclusão: Hoje, Deus não está procurando uma encenação de santidade, mas uma vida de transformação. Ele não espera que sejamos perfeitos, mas que tenhamos um coração ensinável, arrependido e disposto a obedecer.Lembre-se: o primeiro filho começou dizendo não, mas terminou fazendo a vontade do pai. O segundo começou dizendo sim, mas terminou sem obedecer.No Reino de Deus, o que determina a diferença não é como começamos nossa resposta, mas a disposição de nosso coração em colocá-la em prática.Não viva apenas de aparência. Não se contente em falar sobre o Reino, cantar sobre o Reino ou frequentar lugares onde se fala do Reino. Permita que o Reino de Deus seja visto em você!Porque, no final, o Reino não é para ser aparentado, é para ser VIVIDO!Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

    Mon, 19 Oct 2026 - 37min
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