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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

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Estadão

O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.

Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

5673 - Andreazza: Mercado “bolsonarista” pressiona. Lula sem pressa para a economia | Estadão Analisa
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  • 5673 - Andreazza: Mercado “bolsonarista” pressiona. Lula sem pressa para a economia | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre a relação entre o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e o mercado financeiro.

    A reação do mercado ao resultado do pleito tem gerado diversas críticas, sobretudo entre os defensores do governo.

    Os efeitos sobre os preços das ações, a taxa de câmbio e a curva de juros foram, de fato, muito relevantes: no primeiro pregão após o segundo turno, a B3 acionou o circuit breaker pela primeira vez desde a pandemia, pois o Ibovespa caiu 13,88% e fechou aos 176.608 pontos, a maior queda percentual desde 2020.

    O dólar subiu 8,36%, para R$ 5,41, a maior alta diária em mais de duas décadas, e os contratos de juros futuros com vencimento em 2031 avançaram cerca de 250 pontos-base.

    Os analistas estão praticamente divididos na aposta entre um corte adicional de 0,25 ponto porcentual e a manutenção da taxa Selic em 13,75% como desfecho da decisão do Copom nesta quarta-feira, 4, mas desde a última reunião, em setembro, o cenário mudou tão drasticamente em termos do balanço de riscos para a inflação que o Banco Central precisaria agir com urgência e dar um cavalo de pau na política monetária, elevando os juros agora.

    Números dessa magnitude podem gerar leituras apressadas, como se os agentes de mercado estivessem apostando “contra” o governo, ou como se houvesse uma espécie de “chantagem” ou histeria especulativa.

    Entidades tributárias defendem a prorrogação do início da reforma tributária do consumo de 2027 para 2028.

    Em carta aberta, as instituições manifestam “profunda preocupação” diante da ausência de definições essenciais e dificuldades operacionais que impedem a preparação adequada dos contribuintes.

    Em 2027 está previsto o início da implementação efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituirá os tributos federais PIS e Cofins.

    Com isso, as entidades pedem que essa implementação seja postergada para, no mínimo, 2028, reservando o ano de 2027 apenas para a realização de testes.

    Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante

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    Wed, 04 Nov 2026
  • 5672 - Carlos Andreazza: Lula 4, Dilma 3 e a oposição bolsonarista sem Bolsonaro | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o atual cenário político brasileiro.

    Luiz Inácio Lula da Silva entrará em seu quarto mandato diante de uma sociedade dividida, um Congresso em que precisará construir maiorias, compromissos de campanha e a obrigação política de entregar crescimento.

    Com a dívida pública elevada, juros altos e famílias endividadas, como o governo reagirá nesse conflito entre ambições políticas e restrições econômicas?

    O Brasil está diante de ‘Lula 4’ ou de uma espécie de ‘Dilma 3’?

    No Palácio do Planalto, o governo joga todas as fichas para aprovar no Senado, nesta terça-feira, 3, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que aumenta as atribuições do governo federal no combate ao crime organizado.

    Mas a defesa feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva da redução da maioridade penal subiu no telhado depois da eleição.

    A PEC é uma das prioridades de Lula para o quarto mandato, tanto que ele condiciona a criação do Ministério da Segurança Pública à sua aprovação.

    A avaliação do governo é que, se a PEC não passar agora, dificilmente irá adiante em 2027, quando o Congresso terá uma composição mais conservadora e a oposição promete ser ainda mais dura.

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    Tue, 03 Nov 2026
  • 5671 - ndreazza: Flávio Bolsonaro, isolado, quer terceiro turno. Tarcisio quer 2030 | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro e as consequências de sua fuga do país.

    Após fugir do Brasil para Miami, nos Estados Unidos, o candidato derrotado à Presidência da República divulgou carta nesta quarta-feira, 28, agradecendo aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Em tom golpista, o senador se autodeclarou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil”.

    É a primeira vez que ele se manifesta após deixar o País.

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi procurado pelo Estadão, mas não respondeu.

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, ao Estadão, em sua primeira entrevista exclusiva após ser reeleito, que aconselhou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a não deixar o Brasil após derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial.

    “O conselho que nós demos a ele – os advogados, eu, o (Rogério) Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas – foi que ficasse (no Brasil)”, contou Tarcísio, emendando, no entanto, que não julga a decisão de Flávio de fugir para os Estados Unidos.

    A entrevista com o governador se deu minutos antes de Flávio divulgar uma carta golpista em que se autodeclara “presidente eleito” do Brasil.

    O governador contou ao Estadão que não tinha conhecimento do plano de fuga do aliado.

    Após a entrevista, ao saber da carta de Flávio, o governador afirmou que é preciso respeitar o resultado das urnas e seguir em frente.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que não se envolverá na turbulência pós-eleitoral no Brasil, após Flávio Bolsonaro — que chegou nesta quarta ao território norte-americano depois de ser derrotado nas urnas — declarar-se o “verdadeiro presidente eleito” brasileiro em uma carta golpista.

    “Bem, não vou fazer comentários sobre isso, mas sei que demos a ele permissão para entrar no país; então, vamos ver”, disse Trump a repórteres ao ser questionado sobre a declaração de Bolsonaro, seu aliado de direita.

    “Mas não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo.”

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    Thu, 29 Oct 2026
  • 5670 - Carlos Andreazza: A revanche de Moraes e a fuga de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes e do senador Flávio Bolsonaro.

    Tão logo foi confirmada a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, se sentiu autorizado a voltar a tomar medidas polêmicas e excessivas.

    A primeira demonstração de força ocorreu apenas sete minutos após a consolidação do resultado das urnas, quando a Polícia Federal pediu a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL) — solicitação atendida de pronto por Moraes.

    A Polícia Federal citou “risco concreto de evasão” ao pedir ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

    O magistrado acatou e determinou a entrega do documento até a manhã de terça-feira, 27.

    Flávio descumpriu a ordem e fugiu para os Estados Unidos, onde seu irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro vive.

    No pedido, a PF justifica a medida pelo “precedente concreto” de Willer Tomaz, advogado e amigo do senador, que está nos Estados Unidos enquanto é investigado.

    A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos abre uma disputa acirrada pelo comando da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito para o quarto mandato.

    Até agora, o PL não definiu quem exercerá esse papel e há uma briga nas fileiras do bolsonarismo pelo espólio político de Jair Bolsonaro.

    Embora o mandato de Flávio termine em 31 de janeiro de 2027, data em que perde o foro por prerrogativa de função, ele próprio anunciou, um dia após a derrota para Lula, que irá “organizar” a oposição ao governo.

    A portas fechadas, aliados de Flávio dizem que os senadores eleitos Michelle e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, não têm esse perfil.

    Os dois, aliás, nem se falam.

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    Wed, 28 Oct 2026
  • 5669 - Carlos Andreazza: Lula reeleito, e Moraes já vai à forra contra Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa

    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF, que determinou que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro entregue seus passaportes.

    O senador afirmou que vai pedir a cassação da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Mais cedo, a Polícia Federal (PF) o intimou a entregar os passaportes.

    Moraes já tinha determinado o bloqueio de bens móveis e imóveis e o sequestro de R$ 6 bilhões das contas do advogado Willer Tomaz, alvo de investigação por suspeitas de lavagem de dinheiro para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

    O líder da bancada de oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto (PL), protestou contra a intimação da Polícia Federal ao parlamentar, para entrega de seu passaporte.

    Flávio é investigado em dois inquéritos que tramitam no STF.

    O primeiro é relacionado a pedido de recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse e o segundo é para apurar lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz.

    O senador disse que a decisão de Moraes foi tomada no domingo à noite, logo depois do anúncio do resultado da eleição, e questionou se isso teria acontecido caso ele tivesse sido eleito presidente.

    Declarou que a “democracia faliu” no Brasil, que vai entregar o passaporte à PF e que “vai se defender dessa aberração”.

    Na decisão de Moraes também consta a proibição de Flávio manter contato com o advogado Willer Tomaz.

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    Tue, 27 Oct 2026
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