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Estadão Analisa com Carlos Andreazza

- 5673 - Andreazza: Mercado “bolsonarista” pressiona. Lula sem pressa para a economia | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre a relação entre o presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e o mercado financeiro.
A reação do mercado ao resultado do pleito tem gerado diversas críticas, sobretudo entre os defensores do governo.
Os efeitos sobre os preços das ações, a taxa de câmbio e a curva de juros foram, de fato, muito relevantes: no primeiro pregão após o segundo turno, a B3 acionou o circuit breaker pela primeira vez desde a pandemia, pois o Ibovespa caiu 13,88% e fechou aos 176.608 pontos, a maior queda percentual desde 2020.
O dólar subiu 8,36%, para R$ 5,41, a maior alta diária em mais de duas décadas, e os contratos de juros futuros com vencimento em 2031 avançaram cerca de 250 pontos-base.
Os analistas estão praticamente divididos na aposta entre um corte adicional de 0,25 ponto porcentual e a manutenção da taxa Selic em 13,75% como desfecho da decisão do Copom nesta quarta-feira, 4, mas desde a última reunião, em setembro, o cenário mudou tão drasticamente em termos do balanço de riscos para a inflação que o Banco Central precisaria agir com urgência e dar um cavalo de pau na política monetária, elevando os juros agora.
Números dessa magnitude podem gerar leituras apressadas, como se os agentes de mercado estivessem apostando “contra” o governo, ou como se houvesse uma espécie de “chantagem” ou histeria especulativa.
Entidades tributárias defendem a prorrogação do início da reforma tributária do consumo de 2027 para 2028.
Em carta aberta, as instituições manifestam “profunda preocupação” diante da ausência de definições essenciais e dificuldades operacionais que impedem a preparação adequada dos contribuintes.
Em 2027 está previsto o início da implementação efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituirá os tributos federais PIS e Cofins.
Com isso, as entidades pedem que essa implementação seja postergada para, no mínimo, 2028, reservando o ano de 2027 apenas para a realização de testes.
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é importante
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Wed, 04 Nov 2026 - 5672 - Carlos Andreazza: Lula 4, Dilma 3 e a oposição bolsonarista sem Bolsonaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o atual cenário político brasileiro.
Luiz Inácio Lula da Silva entrará em seu quarto mandato diante de uma sociedade dividida, um Congresso em que precisará construir maiorias, compromissos de campanha e a obrigação política de entregar crescimento.
Com a dívida pública elevada, juros altos e famílias endividadas, como o governo reagirá nesse conflito entre ambições políticas e restrições econômicas?
O Brasil está diante de ‘Lula 4’ ou de uma espécie de ‘Dilma 3’?
No Palácio do Planalto, o governo joga todas as fichas para aprovar no Senado, nesta terça-feira, 3, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que aumenta as atribuições do governo federal no combate ao crime organizado.
Mas a defesa feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva da redução da maioridade penal subiu no telhado depois da eleição.
A PEC é uma das prioridades de Lula para o quarto mandato, tanto que ele condiciona a criação do Ministério da Segurança Pública à sua aprovação.
A avaliação do governo é que, se a PEC não passar agora, dificilmente irá adiante em 2027, quando o Congresso terá uma composição mais conservadora e a oposição promete ser ainda mais dura.
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Tue, 03 Nov 2026 - 5671 - ndreazza: Flávio Bolsonaro, isolado, quer terceiro turno. Tarcisio quer 2030 | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro e as consequências de sua fuga do país.
Após fugir do Brasil para Miami, nos Estados Unidos, o candidato derrotado à Presidência da República divulgou carta nesta quarta-feira, 28, agradecendo aos presidentes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em tom golpista, o senador se autodeclarou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
É a primeira vez que ele se manifesta após deixar o País.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi procurado pelo Estadão, mas não respondeu.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou, ao Estadão, em sua primeira entrevista exclusiva após ser reeleito, que aconselhou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a não deixar o Brasil após derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da disputa presidencial.
“O conselho que nós demos a ele – os advogados, eu, o (Rogério) Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas – foi que ficasse (no Brasil)”, contou Tarcísio, emendando, no entanto, que não julga a decisão de Flávio de fugir para os Estados Unidos.
A entrevista com o governador se deu minutos antes de Flávio divulgar uma carta golpista em que se autodeclara “presidente eleito” do Brasil.
O governador contou ao Estadão que não tinha conhecimento do plano de fuga do aliado.
Após a entrevista, ao saber da carta de Flávio, o governador afirmou que é preciso respeitar o resultado das urnas e seguir em frente.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que não se envolverá na turbulência pós-eleitoral no Brasil, após Flávio Bolsonaro — que chegou nesta quarta ao território norte-americano depois de ser derrotado nas urnas — declarar-se o “verdadeiro presidente eleito” brasileiro em uma carta golpista.
“Bem, não vou fazer comentários sobre isso, mas sei que demos a ele permissão para entrar no país; então, vamos ver”, disse Trump a repórteres ao ser questionado sobre a declaração de Bolsonaro, seu aliado de direita.
“Mas não vou me envolver. Foi uma eleição muito estranha, isso é certo.”
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Thu, 29 Oct 2026 - 5670 - Carlos Andreazza: A revanche de Moraes e a fuga de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes e do senador Flávio Bolsonaro.
Tão logo foi confirmada a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, se sentiu autorizado a voltar a tomar medidas polêmicas e excessivas.
A primeira demonstração de força ocorreu apenas sete minutos após a consolidação do resultado das urnas, quando a Polícia Federal pediu a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL) — solicitação atendida de pronto por Moraes.
A Polícia Federal citou “risco concreto de evasão” ao pedir ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a apreensão do passaporte do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O magistrado acatou e determinou a entrega do documento até a manhã de terça-feira, 27.
Flávio descumpriu a ordem e fugiu para os Estados Unidos, onde seu irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro vive.
No pedido, a PF justifica a medida pelo “precedente concreto” de Willer Tomaz, advogado e amigo do senador, que está nos Estados Unidos enquanto é investigado.
A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos abre uma disputa acirrada pelo comando da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito para o quarto mandato.
Até agora, o PL não definiu quem exercerá esse papel e há uma briga nas fileiras do bolsonarismo pelo espólio político de Jair Bolsonaro.
Embora o mandato de Flávio termine em 31 de janeiro de 2027, data em que perde o foro por prerrogativa de função, ele próprio anunciou, um dia após a derrota para Lula, que irá “organizar” a oposição ao governo.
A portas fechadas, aliados de Flávio dizem que os senadores eleitos Michelle e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, não têm esse perfil.
Os dois, aliás, nem se falam.
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Wed, 28 Oct 2026 - 5669 - Carlos Andreazza: Lula reeleito, e Moraes já vai à forra contra Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF, que determinou que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro entregue seus passaportes.
O senador afirmou que vai pedir a cassação da chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Mais cedo, a Polícia Federal (PF) o intimou a entregar os passaportes.
Moraes já tinha determinado o bloqueio de bens móveis e imóveis e o sequestro de R$ 6 bilhões das contas do advogado Willer Tomaz, alvo de investigação por suspeitas de lavagem de dinheiro para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O líder da bancada de oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto (PL), protestou contra a intimação da Polícia Federal ao parlamentar, para entrega de seu passaporte.
Flávio é investigado em dois inquéritos que tramitam no STF.
O primeiro é relacionado a pedido de recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse e o segundo é para apurar lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz.
O senador disse que a decisão de Moraes foi tomada no domingo à noite, logo depois do anúncio do resultado da eleição, e questionou se isso teria acontecido caso ele tivesse sido eleito presidente.
Declarou que a “democracia faliu” no Brasil, que vai entregar o passaporte à PF e que “vai se defender dessa aberração”.
Na decisão de Moraes também consta a proibição de Flávio manter contato com o advogado Willer Tomaz.
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Tue, 27 Oct 2026 - 5668 - Lula reeleito: algumas hipóteses sobre a virada monumental | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu se reeleger para um quarto mandato.
A mobilização que saiu das redes sociais e chegou às ruas foi uma das chaves para entender a virada inédita de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo.
O movimento, puxado por André Janones (Redes-MG), contribuiu para derrubar a abstenção ao menor patamar em 20 anos, abrindo caminho para a vitória do presidente, dizem especialistas ouvidos pelo Estadão.
“O poder de mobilização foi fundamental para o maior comparecimento e mudança de eleitores que votaram branco ou nulo”, afirma Maurício Moura, economista e fundador do instituto de pesquisa Ideia.
A reeleição de Lula fortalece as chances de o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) serem reconduzidos às presidências da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente.
Mesmo assim, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) continuam sob o risco de sofrerem processo de impeachment a partir de 2027.
O resultado das urnas ainda não havia sido anunciado quando o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), postou no X críticas duras à decisão de Cristiano Zanin.
O Senado é o foro para processar e julgar ministros do Supremo.
Flávio perdeu a eleição, mas tem maioria no Senado.
Na primeira fala após a derrota na eleição presidencial, o candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, disse não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Flávio perdeu por uma diferença superior a 4 milhões de votos.
A reeleição de Lula foi reconhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral.
“É inexplicável acontecer o que aconteceu. É impossível reconhecer o resultado dessas eleições.
Vou pedir a anulação”, disse o senador.
O candidato do PL alegou que Zanin “deu uma canetada” ao acolher o pedido da campanha petista e prorrogar o prazo de votação até as 19h.
A solicitação ao STF foi feita pela campanha de Lula após uma série de denúncias de problemas no serviço público de transporte em diferentes cidades, como Salvador e São Paulo.
A campanha do senador, no entanto, também acionou o TSE, solicitando a ampliação do horário de votação em ao menos três Estados.
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Mon, 26 Oct 2026 - 5667 - Lula x Flávio Bolsonaro: o último debate | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a reta final da campanha eleitoral desse ano.
A apenas dois dias da eleição, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão nesta sexta-feira, 23, o último debate na disputa pela Presidência da República.
Os dois chegam à reta final tecnicamente empatados nas principais pesquisas de intenção de voto, com o senador numericamente à frente do presidente da República.
Segundo apurou o Estadão/Broadcast, tanto Flávio quanto Lula trabalham com suas equipes para evitar um debate no mesmo tom do realizado no último domingo, 18, pela Band e pelo Estadão.
A avaliação das duas campanhas é que uma mudança de postura é necessária para evitar rejeição do eleitorado.
A repercussão do primeiro confronto entre Flávio e Lula foi muito negativa.
Comentaristas e analistas políticos criticaram a falta de discussão de propostas entre os dois candidatos.
Grupos focais e pesquisas qualitativas feitas por institutos de pesquisa também indicaram insatisfação com a conduta dos candidatos, como mostrou o Estadão.
O presidente Lula decidiu dedicar dois dias à preparação para o debate. Descartou viajar pelo País nesta quinta-feira, 22, e permaneceu no Palácio da Alvorada para discutir estratégias.
A pausa também é uma oportunidade para recuperar a voz - a rouquidão característica do presidente tem piorado nos últimos dias por causa da intensa agenda de campanha.
Flávio Bolsonaro também reservou dois dias para a preparação. Nesta quinta-feira, 22, em Brasília, esteve com integrantes de sua campanha e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
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Fri, 23 Oct 2026 - 5666 - Carlos Andreazza: Flávio Bolsonaro caiu na armadilha de Lula? | Estadão Analisa
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Thu, 22 Oct 2026 - 5665 - Eleição dos rejeitados: Lula pressiona por erro de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a campanha eleitoral deste ano.
O presidente Lula subestimou Flávio Bolsonaro no primeiro turno da disputa, subiu no salto alto e agora, nos últimos dias, tenta criar fatos políticos para virar o jogo, lançando cascas de banana na direção do adversário.
A aposta da vez é o desafio para que Flávio abra o seu sigilo bancário, fiscal e telefônico.
A cinco dias da eleição, Lula partiu para uma jogada de marketing e de impacto: entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um ofício autorizando a quebra de seu sigilo, assim como o de sua mulher, Janja, e de seus filhos, desde que Flávio e a família dele, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro façam o mesmo.
“Eu estou disposto a que a sociedade brasileira saiba quem é que é ladrão nesse país, quem é que é corrupto. E eu quero ver se ele tem coragem”, disse Lula em evento de campanha no Maranhão.
O senador do PL disse a auxiliares que não vai cair no que chamou de “armadilha”, mas tem tratado a questão com desdém, afirmando que Lula “não tem nem celular” para abrir o sigilo telefônico.
Aliados do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) receberam a missão de tentar virar votos e atrair eleitores indecisos em cidades pequenas onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu em 2022.
No Rio, terceiro maior colégio eleitoral do País e berço político da família Bolsonaro, nomes como o do senador reeleito Carlos Portinho (PL) estão mapeando municípios onde o petista venceu para irem às ruas conversar com as pessoas.
A ideia da ofensiva é que, diante de uma eleição presidencial tão acirrada, “todo voto conta” para ampliar a vantagem do filho 01 de Jair Bolsonaro em seu Estado.
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Wed, 21 Oct 2026 - 5664 - Lula x Flávio Bolsonaro: Debate rasteiro à altura da atividade política no Brasil | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o primeiro debate entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição de 2026, realizado pela Band em parceria com o Estadão, que foi marcado por um clima tenso e trocas de acusações de corrupção.
O senador insistiu que a mudança no governo federal é necessária para melhorar a vida dos brasileiros, principalmente na economia e na segurança pública, enquanto o atual presidente alternou a defesa da própria gestão com tentativas de desgastar Flávio.
A uma semana do pleito, as pesquisas indicam empate técnico, com o filho de Jair Bolsonaro (PL) numericamente à frente do atual presidente.
Precisando de uma virada, Lula trouxe ao debate o histórico de votações de Flávio quando era deputado estadual, a defesa de policiais envolvidos em crimes no Rio de Janeiro e a ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O resultado foi misto. Flávio conseguiu desviar das principais cascas de banana, irritando o presidente que o acusou de não responder às perguntas.
O senador, contudo, fez um mea culpa sobre a gestão de Bolsonaro na pandemia.
O primeiro debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), realizado neste domingo, 18, pela Band/Estadão, teve provocações, bate-bocas e pedidos de expulsão nos bastidores.
A tensão entre os candidatos se estendeu à plateia, onde aliados dos dois lados trocaram acusações, comemoraram respostas e tentaram orientar os presidenciáveis durante o confronto.
Em diferentes momentos, integrantes da organização precisaram intervir para conter os desentendimentos.
Antes mesmo do início do debate, o clima já era de expectativa entre as duas equipes. Flávio fez uma oração no estúdio, enquanto Lula demonstrava tranquilidade à espera do confronto.
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Mon, 19 Oct 2026 - 5663 - Andreazza: Lula no Jornal Nacional e os 4 anos em 1 mês | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi entrevistado pela TV Globo.
No próximo dia 25, os brasileiros voltam às urnas para escolher quem governará o País pelos próximos quatro anos.
O petista enfrenta Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.
Leia mais aqui.
Lula disse na entrevista que é a favor de reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos.
Foi a primeira vez que ele se posicionou desta forma.
A segurança pública é o calcanhar de Aquiles do governo Lula e é uma das principais preocupações dos eleitores.
Em busca de votos, o presidente tenta aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, que tramita no Senado.
Nesta quinta-feira, porém, houve um racha entre aliados de Lula e a oposição justamente por causa da questão da maioridade penal.
Diante do impasse, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tirou a PEC da pauta e adiou a votação.
Novas revelações das relações entre o banqueiro e o ministro do Supremo, pois o Marketing de Vorcaro sugeriu adiar evento com Moraes após Magnitsky.
Diálogo no celular do banqueiro mostra que advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do STF, era responsável por definir detalhes de evento em Londres com equipe de Vorcaro.
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Fri, 16 Oct 2026 - 5662 - Andreazza: Vai ter debate. Calor de Lula tira Flávio Bolsonaro do ar-condicionado | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o cenário eleitoral desse ano.
Menos de 24 horas depois de declarar que não participaria do debate presidencial organizado pela Band/Estadão no próximo domingo, o senador e candidato do PL, Flávio Bolsonaro, voltou atrás na decisão.
A reviravolta ocorreu após uma reavaliação interna de urgência concluir que o prejuízo político de sua ausência seria consideravelmente maior do que os riscos de estar presente no confronto.
Inicialmente, o núcleo de comunicação temia colocar o candidato no debate por avaliar que qualquer erro ou deslize o deixaria exposto a uma semana inteira de sangria nas redes sociais, municiando a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com recortes negativos.
Por essa razão, a estratégia inicial previa participação apenas no debate da TV Globo, já na reta final da eleição, o que daria mais tempo de preparação ao candidato.
Contudo, dois fatores decisivos alteraram a rota da campanha do PL:
Em primeiro lugar, o movimento recente da campanha de Lula nas ruas começou a surtir efeito.
Levantamentos internos de tracking realizados por partidos aliados indicam uma leve reação do petista
Em segundo lugar, prevaleceu no entorno do candidato a leitura de que a exposição no debate não representa um risco real se Flávio mantiver a serenidade.
Aliados sustentam que Lula chega ao confronto com a imagem fragilizada, transmitindo mensagens envelhecidas e carregando a postura de quem saiu em desvantagem no primeiro turno.
No Senado, em conversa com o presidente Davi Alcolumbre (União-AP), após a aprovação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6x1, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado.
“Parabéns, presidente.
Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”.
O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado.
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Thu, 15 Oct 2026 - 5661 - Lula lança o seu ‘quem quer dinheiro?’ Flávio Bolsonaro se esconde do debate | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o segundo turno das eleições e da discussão de um tema crucial na disputa deste ano.
A 12 dias da votação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira, 13, um pacote de bondades específico para os microempreendedores individuais (MEIs), um público estratégico que o adversário Flávio Bolsonaro (PL) tem sensibilizado.
As medidas são compostas por um perdão a dívidas tributárias com a União (os débitos somam R$ 12,6 bilhões) e um “Pix MEI” de R$ 5 mil, com custo estimado pelo governo em até R$ 5 bilhões e previsão de beneficiar cerca de 1 milhão de pessoas jurídicas.
Fazem parte do pacote, ainda, aumento do teto da categoria e compra de dívidas de empreendedores com instituições financeiras.
O Senado vota nesta quarta-feira, 14, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1, com o apoio de última hora do senador Flávio Bolsonaro (PL) - candidato à Presidência que mudou de posição na tentativa de impedir que seu adversário nas urnas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), capitalize politicamente com a aprovação da medida.
Já o presidente Lula lança uma “Carta para as Famílias Evangélicas Brasileiras” na qual pede apoio ao quarto mandato e afirma ter chegado até aqui “com a proteção divina, orientado por um propósito e missão”.
Após terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a campanha de Flávio Bolsonaro ganhou ares burocráticos e foi invadida por um clima de “já ganhou”, ao ponto de o candidato até enviar um “save the date” para o presidente da Colômbia se organizar para vir à sua posse em janeiro.
No entanto, as mobilizações pró-Lula na avenida Paulista e em Copacabana, no fim de semana, acenderam o alerta no QG bolsonarista sobre a necessidade de Flávio voltar o mais rapidamente possível para o contato direto com o eleitor e evitar o salto alto que a coordenação da campanha nega ter ocorrido.
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Wed, 14 Oct 2026 - 5660 - Andreazza: Censura de Nunes Marques é homenagem a Alexandre de Moraes | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o clima acirrado do segundo turno das eleições no Brasil.
No judiciário, o disparo de fake news pelas campanhas Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acirraram a guerra de decisões judiciais envolvendo a eleição presidencial deste ano.
Decisões conflitantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo as campanhas de Lula e Flávio no primeiro turno das eleições de 2026 expuseram uma tensão entre as cortes e provocaram uma disputa sobre os limites da atuação do Supremo em questões eleitorais.
O embate contrasta com um histórico em que os tribunais concordaram mais do que divergiram, especialmente no combate à desinformação e na proteção do sistema eleitoral.
O Supremo tem competência para rever decisões do TSE em situações previstas na Constituição, como quando há questionamentos sobre a legalidade de uma eleição.
Em geral, essa revisão ocorre por meio de recursos apresentados após o julgamento na Corte Eleitoral.
Foi o caminho feito pela campanha de Eduardo Paes (PSD), que recorreu ao STF após a anulação dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos), decisão que abriu caminho para a vitória de Douglas Ruas (PL) no primeiro turno da disputa pelo governo do Rio de Janeiro.
Mas o pedido de Paes foi rejeitado.
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Tue, 13 Oct 2026 - 5659 - ‘Flávio Bolsonaro explora a perspectiva de poder. Lula vai para o tudo ou nada’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a disputa do segundo turno das eleições.
A campanha de Flávio Bolsonaro acolhe os náufragos do primeiro turno e os partidos do Centrão, tão rápidos e vorazes como quando pularam em todos os governos eleitos e no barco de Lula quando ele era, ou parecia, favorito no primeiro turno.
E uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 8, aponta que o senador Flávio Bolsonaro soma 49% das intenções de voto totais no segundo turno, contra 45% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Eleitores que vão votar em branco ou nulo são 5%, enquanto 1% estão indecisos. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Considerando os votos válidos, ou seja, excluindo-se brancos, nulos e indecisos, Flávio teria hoje 52% e Lula somaria 48%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um vídeo selfie nas redes sociais, no qual ele cobra qual será o voto de Flávio Bolsonaro na discussão do fim da escala 6x1.
Segundo Andreazza, é “um projeto muito popular, que fala com as pessoas para valer, que fala com o povo. Com base nisso Lula tenta encurralar Flávio Bolsonaro, que está jogando parado, que está confortável, defendendo a sua vantagem”
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Fri, 09 Oct 2026 - 5658 - PT lava roupa suja. Lula fará mais selfies. Flávio Bolsonaro joga parado | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre os acontecimentos após o primeiro turno das eleições deste ano.
Ainda na ressaca do resultado das urnas, dois influentes integrantes do PT baiano conversavam em um restaurante em Brasília:
“Tirem o microfone e as redes sociais de Janja e o presidente Lula volta a ter chances de reverter o quadro”.
A Coluna do Estadão presenciou a cena, que foi seguida desta observação:
“O problema é que ninguém tem coragem de falar isso para o presidente”.
A queixa era sobre a participação da primeira-dama, Rosângela da Silva, na campanha em Salvador.
Em um grande ato público, ela resolveu atacar Nikolas Ferreira (PL-MG), chamando de “piá de bosta” aquele que, dias depois, se tornaria o deputado federal mais votado do país, com 3,1 milhões de votos.
Ou seja: em vez de impulsionar o marido, deu palanque digital para a oposição.
No dia seguinte, foi a ex-ministra e ex-senadora Kátia Abreu, que comanda o PT no Tocantins, que teve coragem de falar.
Não diretamente ao presidente, mas em alto e bom tom num encontro do PT, para a mensagem chegar a Lula.
E suas declarações passaram a ser tratadas como um “desabafo coletivo no PT”.
A ex-senadora criticou a postura protagonista de Janja, que por vezes se sobrepõe a Lula.
Listou deslizes como o fato de a primeira-dama cantar música gospel em comícios, embora não seja evangélica.
Na reta final do primeiro turno, Janja também usou uma medalha de Nossa Senhora Aparecida após boatos sobre a padroeira.
A primeira-dama exibiu o colar com a imagem da santa católica em ato público na sexta-feira, 28, ao lado de Lula, e logo virou alvo de críticas por suposto oportunismo religioso, já que nunca se declarou católica, e sim praticante da umbanda.
Do outro lado, a necessidade de construir pontes com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e o receio de municiar a oposição com a tese de que o governo Lula, em dobradinha com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tentaria um “golpe judicial” caso Flávio seja eleito presidente fez a Polícia Federal arquivar rapidamente o pedido de investigação sobre a suposta interferência dos Estados Unidos na eleição do Brasil.
O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, declarou que havia iniciado um procedimento para averiguar se houve ingerência externa no pleito.
Horas depois, quando as urnas mostraram vitória de Flávio sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, os bolsonaristas dispararam o alerta.
O termo “golpe judicial” começou a circular em conversas reservadas no Supremo e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Andrei foi chamado para uma reunião no gabinete do ministro Alexandre de Moraes na terça-feira, 6.
No encontro extra-agenda, a conclusão foi de que não havia respaldo do TSE, da Procuradoria-Geral da República e nem de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) para sustentar a investigação. Portanto, insistir no caso traria mais problemas para o STF, especialmente aos ministros ligados a Lula. E a orientação agora é tentar criar pontes com Flávio. Procurado por meio da assessoria, Moraes não se manifestou.
A PF confirmou o arquivamento nesta quarta-feira, 7. O pedido de investigação havia sido provocado por uma representação da Advocacia-Geral da União (AGU).
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Thu, 08 Oct 2026 - 5657 - Agenda clara: Flávio Bolsonaro vem para acertar as contas com o STF | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) que afirmou nesta terça-feira, 6, que a direita terá, a partir de 2027, maioria para fazer os presidentes da Câmara e do Senado, além de realizar mudanças constitucionais.
“O Brasil me deu um Congresso mais à direita do que é hoje, com maioria no Senado, para fazer presidente do Senado.
Com maioria na Câmara, para fazer presidente da Câmara.
Para mudarmos a Constituição, para redemocratizar esse País, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”, declarou no evento em que recebeu o apoio de Ronaldo Caiado (PSD), em Goiânia.
Flávio voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse, sem citar nomes, que os “mesmos que tiraram Bolsonaro do Poder colocaram o filho dele”.
Durante o discurso, apoiadores do senador presentes no local gritaram “Fora Moraes”.
o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e parte dos seus aliados, adotaram uma repentina “mansidão” em relação aos bolsonaristas.
Nesta terça-feira, 6, Moraes autorizou a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos a cumprir pena no regime semiaberto. “Débora do Batom”, como ficou conhecida, foi condenada a 14 anos de prisão por pichar a estátua da Justiça em frente ao STF, durante os atos golpistas de 8 de janeiro.
Ela virou uma espécie de símbolo dos excessos do Supremo na aplicação de penas nesse episódio e foi tema de muita conversa entre eleitores neste ano. Somente agora conseguiu essa progressão.
Horas depois, o ministro Gilmar Mendes determinou o arquivamento de um pedido de investigação, por suspeita de estupro e suborno, contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que é o vice da chapa à presidencial de Flávio.
A Procuradoria-Geral da República não havia encontrado elementos que justificassem uma investigação.
As três decisões ocorreram em sequência e têm um fator político em comum: foram proferidas depois de a crise do Supremo impactar diretamente no resultado das urnas e Flávio Bolsonaro terminar à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno da disputa pela Presidência por 47,03% contra 45,16%.
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Wed, 07 Oct 2026 - 5656 - Andreazza: O peso da perspectiva de poder para Flávio. STF, tenso. Lula, perdido | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as perspectivas para o segundo turno da eleição presidencial.
Um dia após a eleição de ao menos 31 senadores que defendem, total ou parcialmente, a abertura de processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, Edson Fachin, afirmou nesta segunda-feira, 5, que “conjunturas se alternam”, mas que o Tribunal “permanecerá”.
A declaração foi feita na abertura da Semana da Constituição, realizada na Biblioteca do STF em comemoração aos 38 anos da Constituição de 1988 e aos 40 anos do processo constituinte.
Fachin não mencionou diretamente o resultado das eleições nem a nova composição do Senado.
“Conjunturas se alternam, gerações se sucedem, os desafios mudam de roupagem.
O Tribunal é maior do que tudo e do que todos, e ele permanecerá”, afirmou o ministro.
No mercado financeiro, a volatilidade da Bolsa, do dólar e dos juros voltou ao centro do radar com a eleição presidencial de 2026.
Quem viu o Ibovespa cair aos 120 mil pontos ou o dólar superar os R$ 6,26 em dezembro de 2024 devido à preocupação do mercado financeiro com a situação das contas públicas do Brasil não poderia imaginar que o pleito, evento que definirá a condução da política econômica dos próximos quatro anos e o enfrentamento do quadro fiscal, faria tanta diferença no preço dos ativos domésticos.
No segundo turno, a tendência é de volatilidade maior, não menor. E não havia mostra melhor disso do que ocorreu no pregão desta segunda-feira (2).
O Ibovespa deu um salto de 7,07%, a maior alta diária desde 24 de março de 2020, na pandemia da covid-19. Isso fez o índice fechar aos 206.911,89 pontos, o maior patamar da história.
Durante o pregão de ontem, o índice chegou a bater nos 209.605,7 pontos, também recorde.
O dólar, por sua vez, teve queda de 4,12% e encerrou o dia cotado a R$ 5,0018.
Como mostramos aqui, o rali está relacionado à expectativa de um ajuste fiscal após Flávio ficar à frente de Lula por uma diferença de quase 2 pontos porcentuais, vencendo a primeira etapa do pleito por 47,03% a 45,16% dos votos válidos.
Já no PT, à procura de culpados pela passagem do senador Flávio Bolsonaro para o segundo turno da eleição ao Palácio do Planalto na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula do PT vai dar uma guinada na comunicação da campanha.
Um dia depois de assistir à onda bolsonarista invadir o País, Lula participou de duas reuniões: uma mais reservada, apenas com o seleto grupo de coordenadores de sua campanha, e outra com aliados do PT e de outros partidos.
Sem meias palavras, a ordem de Lula para a equipe foi direta: “mudar tudo” para conseguir se aproximar dos jovens, das mulheres e do espectro ideológico de centro.
O núcleo de coordenação da campanha será ampliado, com a participação de partidos aliados, como o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin, e terá maior presença de integrantes do Nordeste, como o líder do PT no Senado, Camilo Santana.
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Tue, 06 Oct 2026 - 5655 - STF puxador de votos. Lula no passado. E o eleitor agora diante Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 05,Carlos Andreazza fala sobre o resultado das eleições.
A passagem do senadorFlávio Bolsonaro(PL) para o segundo turno da disputa ao Palácio do Planalto na frente do presidenteLuiz Inácio Lula da Silva abriu uma crise no PT.
A partir de agora, a principal estratégia da campanha de Lula à reeleição será explorar o medo contra um possível retorno da família Bolsonaro ao poder.
Flávio, por sua vez, vai jogar parado, aproveitando a vantagem obtida com a onda da direita no País.
No QG do presidente, a avaliação é de que será difícil virar votos porque há um clima antipetista no País.
Ministros doSupremo Tribunal Federal (STF) plantaram, ao longo das últimas semanas, sementes de um confronto que abalou as instituições e, em muitos aspectos, interferiu na disputa eleitoral.
Decisões pouco convencionais, confronto entre integrantes da Corte eatropelos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclusivemudando regras de debates e forçando um cenário que poderia ser favorável a Lula, tiveram uma resposta convicta nas urnas.
A direita cresceu de forma consistente no Congresso e nos governos estaduais e chega em vantagem na disputa presidencial.
Amaioria dos eleitos para o Senado neste domingo, 4, defende a abertura de processos de impeachment contra ministros doSupremo Tribunal Federal (STF) e também uma limitação aos mandatos dos integrantes da Corte.
O resultado foi compilado a partir de respostas alevantamento do Estadão com os candidatos que registravam, nas últimas semanas, melhor desempenho numérico em pesquisas.
Há dúvidas de como parte do STF reagirá a esse cenário em que está contra a parede.
Garantir a vitória de Lula no segundo turno, para alguns ministros, pode significar equilibrar moderadamente o jogo.
É o presidente quem indicará ao menos três, e talvez quatro, ministros para a Suprema Corte.
Se Flávio vencer, a segunda proteção para Moraes e companhia, que até aqui tem garantido que ele não seja investigado por ordem do Plenário do Tribunal, também cairá cedo ou tarde.
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Mon, 05 Oct 2026 - 5654 - A bancada de Lula no STF mete a mão: Gilmar Mendes e seus dinos ditam a eleição | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 02,Carlos Andreazza fala sobre as decisões dos ministrosGilmar Mendes, doSupremo Tribunal Federal (STF), eEstela Aranha, doTribunal Superior Eleitoral (TSE) acabaram protegendo o presidenteLuiz Inácio Lula da Silva, indicam um recado de que se pode “fechar o TSE” e acabaram por matar o debate que seria realizado na Globo na noite desta quinta-feira, 1.
A poucas horas do início do debate, Gilmaratendeu a um pedido do Solidariedade para garantir a participação de Renan na vaga aberta pela desistência deLuiz Inácio Lula da Silva (PT).
O partido pediu que fosse derrubada a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Nunes Marques, que havia rejeitado a inclusão do candidato, e que a Globo fosse obrigada a colocá-lo no encontro.
Ocandidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aproveitou os holofotes pela desistência de participação e posterior cancelamento do debate na Globo para pedir voto útil em si mesmo numa tentativa de fechar a eleição no primeiro turno, no próximo domingo.
Na transmissão, Flávio criticou o que chamou de “censura” e “interferência do Judiciário” e pediu um “voto de revolta” dos brasileiros em sua sigla.
Trata-se de uma tentativa de criar um movimento pelo voto útil e atrair os votos que iriam para os adversários, principalmenteRonaldo Caiado (PSD) eRomeu Zema (Novo).
Já o presidenteLuiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou não poder interferir no pedido de vista do ministroFlávio Dino, doSupremo Tribunal Federal (STF), que adiou a análise da Corte sobre abrir ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes pela relação com o banqueiroDaniel Vorcaro.
Segundo Lula, o pedido de vista é um direito dos ministros do STF, e cabe a ele respeitar a “autonomia” do Poder Judiciário.
Por outro lado, ele avaliou haver fundamentos na decisão do ministro e defendeu que outros membros do Supremo que tenham tido contato com o ex-dono do Master também sejam investigados.
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Fri, 02 Oct 2026 - 5653 - Andreazza: Eleição medieval. Dino, o novo Xandão, forja guerra religiosa | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país.
De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis.
Dino cita episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como Salvador, São Pedro e Londrina.
Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano.
A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF.
A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro.
E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas.
Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que determinou que a PF investigue uma série de ataques contra imagens religiosas ocorridos nos últimos meses em diferentes partes do país.
De acordo com a decisão, a PGR também deve avaliar as medidas cabíveis.
Entre os casos citados por Dino na decisão estão episódios de vandalismo e destruição de símbolos religiosos em diferentes cidades do país, como a quebra de uma imagem de santa em uma paróquia de Salvador, a destruição de imagens sacras na Catedral de São Pedro, em Rio Grande (RS), e o vandalismo em uma loja de artigos religiosos em Londrina (PR).
Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, um pedido de afastamento do ministro Flávio Dino de casos relacionados ao candidato, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e às eleições deste ano.
A defesa de Flávio Bolsonaro cita processos sobre os usos de emendas parlamentares, o financiamento do filme Dark Horse e pedidos do PT ao STF.
A defesa solicita que Flávio Dino seja suspenso, de forma liminar, de todas essas ações até que o STF julgue a suspeição do ministro.
E a poucos dias do primeiro turno, o Supremo chega à eleição de 2026 em um papel inédito: além de decidir conflitos e conduzir investigações que atingem personagens centrais da disputa, a própria Corte e seus ministros passaram a ser alvo das campanhas.
Esse movimento ganhou força com o caso Banco Master, que expôs relações de Daniel Vorcaro com integrantes do tribunal, acirrou divisões internas e, na reta final, transbordou para um avanço da Corte sobre a competência e a autoridade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no embate em torno de postagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida, envolvendo as campanhas de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.
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Thu, 01 Oct 2026 - 5652 - Andreazza: Contra a censura do mal, o TSE paralelo de Gilmar, Moraes e Dino | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que aconselharam o presidente, Edson Fachin, a não pautar no plenário o julgamento sobre as notícias falsas ligando Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4.
Para parte dos integrantes da Corte, a discussão sobre o assunto na frente das câmeras da TV Justiça poderia inflamar ainda mais o ambiente eleitoral.
Na noite desta terça-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou para o dia seguinte sessão virtual para votar a derrubada de publicações.
A guerra santa promovida após vir à tona uma notícia falsa de que o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, pretendia tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil ressuscitou a batalha entre duas alas do Supremo Tribunal Federal (STF), às vésperas das eleições.
De um lado da Suprema Corte está o grupo de André Mendonça, que é evangélico, integrado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e por Luix Fux.
De outro, a ala liderada por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin.
O primeiro grupo, como se sabe, virou a tropa de choque de Flávio.
O segundo cerra fileiras para defender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa novo mandato.
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Wed, 30 Sep 2026 - 5651 - Andreazza: Todo mundo escolhendo o próprio juiz: Fux suspende decisão de Dino | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 29,Carlos Andreazza fala sobre o ministroLuiz Fux, doSupremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu, no final da noite desta segunda-feira, 28, a decisão do ministroFlávio Dino que derrubava a determinação doTribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de queFlávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar deNossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito.
Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para queX,Meta,TikTok eGoogle cumpram a nova decisão.
Já noTribunal Superior Eleitoral (TSE),o presidente da corte, Kassio Nunes Marques, mandou ofício ao presidente doSupremo Tribunal Federal,Edson Fachin, reclamando da interferência de ministros do STF em decisões da Corte eleitoral.
Nunes Marques fala em “elevada preocupação com episódios reiterados de indevida sobreposição de competência e de violação ao juiz natural” de uma corte sobre a outra.
O presidente do TSE citou o mecanismo segundo o qual um ministro pode julgar um pedido feito ao STF mesmo sem ter sido sorteado o relator da causa.
O episódio mais recente aconteceu no domingo, 27, quando Flávio Dino liberou em redes sociais publicações com a informação falsa de que Flávio Bolsonaro, se eleito, pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
O vice-presidente do TSE, André Mendonça, havia banido a notícia falsa das redes na sexta-feira, 25, a pedido da campanha de Flávio.
Dino revogou a decisão a partir de um pedido do ator Antônio Tabet, dono de um perfil em rede social que teve o conteúdo retirado do ar por determinação de Mendonça.
O processo no qual Dino tomou a decisão, no entanto, tratava originalmente postagens sobre o ex-deputado Deltan Dallagnol.
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Tue, 29 Sep 2026 - 5650 - ‘Desintegração do STF: De Moraes para Mendonça. De Moraes para Dino’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a grave crise institucional do STF.
A desaprovação da atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal vem aumentando entre os brasileiros.
É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 26.
A avaliação negativa passou de 40% em maio deste ano para 47% agora.
O índice é o mais alto já registrado desde o início da série histórica, em 2019.
A avaliação positiva é de 18% - a mais baixa já verificada, e que se repetiu no levantamento de dezembro de 2019.
Na atual pesquisa, 31% consideram o trabalho do STF regular, e 4% não opinaram.
O aumento da desaprovação acontece na esteira das revelações sobre indícios que ligam ministros da Corte a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
Como revelou o Estadão, Alexandre de Moraes e o banqueiro trocaram 52 mensagens em 21 dias.
Algumas delas a poucos dias de Vorcaro ter sido preso.
As últimas notícias envolvem relações com Kássio Nunes Marques e Luiz Fux, com supostos vínculos e pagamentos aos filhos dos ministros.
André Mendonça, por sua vez, confirmou encontro com Vorcaro no início de 2025.
Os ministros negam ilegalidades.
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Mon, 28 Sep 2026 - 5649 - Carlos Andreazza: Entre Moraes e Flávio Bolsonaro, a prioridade de Vorcaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre as relações de Alexandre de Moraes e Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, viajou da Flórida a Brasília, em 19 de janeiro de 2025, em um avião que tinha entre os cotistas o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. O jato é o mesmo usado em outra viagem pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a revista piauí, imagens mostram o ministro e sua esposa Viviane Barci de Moraes desembarcando de uma aeronave no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
O avião, do modelo Legacy 650, pertencia à empresa Prime You, que tinha Vorcaro como sócio.
Ainda sobre Vorcaro, Flávio Bolsonaro tentou fazer contato telefônico com o banqueiro durante os quatro dias anteriores à primeira prisão do banqueiro, ocorrida em 17 de novembro do ano passado.
Flávio enviou mensagens perguntando se Vorcaro poderia atender a uma ligação, efetuou ligações que não foram atendidas e, ao final, pediu para que o dono do Banco Master lhe desse “uma luz”.
Procurada pelo Estadão, a assessoria do senador não respondeu.
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Fri, 25 Sep 2026 - 5648 - Carlos Andreazza: Vale tudo na eleição do nariz tapado
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Thu, 24 Sep 2026 - 5647 - Carlos Andreazza: Mendonça contra-ataca e quer acesso ao inquérito criador de Xandão
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Wed, 23 Sep 2026 - 5646 - “Chegou a ‘Turma do KN’: A diferença entre Alexandre de Moraes e Nunes Marques” | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre novas mensagens obtidas no celular de Vorcaro pela PF e enviadas ao Supremo, que revelam um contrato de advocacia de R$ 427 milhões com a chamada “Turma do KN”.
O repasse seria feito em caso de resultados favoráveis em ações de interesse do Banco Master com a liberação de mais de R$ 8 bilhões em precatórios.
“KN”, conforme as trocas de mensagens, seria uma menção ao ministro Kassio Nunes Marques, do STF.
Ainda sobre o ministro Kassio Nunes Marques, que se declarou impedido para participar do julgamento sobre os indícios de que Alexandre de Moraes mantinha contato com Daniel Vorcaro.
Pouco antes da sessão, foram divulgadas mensagens indicando que o ministro e o filho dele, o advogado Kevin Marques, teriam recebido vantagens do banqueiro.
O impedimento, porém, foi pontual.
A interlocutores, Nunes Marques esclareceu que está impedido apenas para votar em causas relacionadas ao Banco Master com potencial impacto eleitoral.
O ministro explicou ter tomado a decisão por ser o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O mais provável é que Nunes Marques continue votando na Segunda Turma em processos sobre o Master.
No colegiado, ele tem sido um aliado importante para o relator, André Mendonça.
Nos últimos julgamentos, Nunes Marques, Mendonça e Luiz Fux têm formado maioria de votos, com a oposição isolada de Gilmar Mendes. Dias Toffoli, o quinto integrante da turma, se declarou suspeito para votar em todos os processos sobre o banco liquidado.
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Tue, 22 Sep 2026 - 5645 - Andreazza: O jato de Xandão, o charuto de Gonet e o TSE paralelo de Gilmar | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre A crise no Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, aparecem em vídeo desembarcando de uma aeronave da Prime You, empresa ligada a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
A gravação é de 22 de agosto do ano passado, na pista do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
No mesmo dia, Moraes foi painelista de um evento empresarial, na capital fluminense. Imagens do evento mostram o ministro acompanhado de Viviane. Ambos usam as mesmas roupas com que descem da aeronave.
O vídeo foi revelado pelo jornal O Globo. As imagens são da Aviation TV, canal especializado do YouTube que faz transmissões ao vivo da movimentação na pista de aeroportos brasileiros.
As cenas do desembarque desmentem nota de abril deste ano, do gabinete de Moraes.
À época, o ministro afirmou que “jamais viajou em nenhum avião” de Daniel Vorcaro.
Neste domingo, o escritório de Viviane, Barci de Moraes, informou, também em nota, “que contrata serviços de táxi aéreo de diferentes empresas, entre elas a Prime Aviation”.
O colunista fala ainda sobre foto encaminhada ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, uma foto em que ele aparece junto com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, em uma degustação de charutos em Londres.
O registro foi enviado no dia 19 de junho de 2025. “PG mandou agora”, disse Soares, que intermediava as conversas entre Gonet e o banqueiro, em mensagem logo em seguida.
A informação foi publicada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Estadão.
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Mon, 21 Sep 2026 - 5644 - Andreazza: ‘A multiplicação dos Dinos é o futuro do STF Futebol Clube’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 18,Carlos Andreazza fala sobre como o ministro Flávio Dino, do STF, tornou público o ofício enviado ao decano da Corte, Gilmar Mendes, durante o julgamento de terça-feira, 15, para questionar decisões do presidente do Tribunal, Edson Fachin.
Dino também defendeu que sejam identificados todos os magistrados com indícios de recebimento de dinheiro ou benefícios ligados ao Banco Master, diretamente ou por parentes de até 2º grau, e que os casos conexos sejam analisados conjuntamente.
Dino ainda determinou expressamente nesta quinta-feira, 17, que a Polícia Federal não investigue seu colega de Corte, o também ministro André Mendonça,na ação que investiga contratos da Prefeitura de São Paulo com empresas que administram cemitérios da cidade.
Na decisão, Dino afirma que apenas o presidente do STF pode pedir a investigação dos ministros.
Ainda em Brasília, o presidente doSupremo, Edson Fachin, adiou o julgamento marcado para a próxima quarta-feira, 23, sobre a atuação do ministroAndré Mendonça na condução do caso Master.
O procedimento foi aberto por determinação de Fachin, a partir de informações apresentadas pelo ministroAlexandre de Moraes, queacusa Mendonça de crime de responsabilidade e abuso de autoridade.
As alegações de Moraes se apoiam em umrelatório de inteligência da Polícia Federal, sem valor de prova, que sugere irregularidades na condução do caso pelo relator.
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Fri, 18 Sep 2026 - 5643 - Oligarcas do STF: Moraes, Gilmar e Dino decretam a ex-presidência de Fachin | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que são contrários à abertura de investigação contra Alexandre de Moraes e criaram uma frente para blindá-lo.
Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin integram a ala que tenta evitar apurações sobre a relação do colega com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
O arsenal inclui ataques públicos, articulações de bastidores e manobras processuais para evitar a avaliação de indícios desabonadores coletados. Relatório da Polícia Federal mostra mensagens do banqueiro a Moraes.
Nos dias que antecederam a sessão da última terça-feira, 15, o decano da Corte, Gilmar Mendes, enviou mensagens a dois colegas para intimidá-los e alterar resultados de decisões que envolvem o Master.
No dia 8 de setembro, ele cobrou Luiz Fux por ter registrado, na Segunda Turma, voto favorável à liminar de André Mendonça que afastou Andrei Rodrigues da direção da PF. “Isto revela qq coisa menos postura institucional. Espero que nao se repita”, disse Mendes.
Em outra frente, em manifestação perante o Conselho Superior do Ministério Público Federal, o procurador-geral da República Paulo Gonet afirmou que jamais negligenciou as investigações sobre fraudes no Master envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, preso desde março na Operação Compliance por ordem do ministro André Mendonça, do STF.
Ele disse que ninguém lhe pediu para livrar Vorcaro.
“Se o sr. Vorcaro imaginou, no seu desespero, que alguém poderia obter a minha adesão para algum comportamento indigno, os fatos mostram que estava enganado.”
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Thu, 17 Sep 2026 - 5642 - Carlos Andreazza: Dino de Moraes comanda baderna no STF | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre a contenda no Supremo e do ministro Flávio Dino, que foi o grande protagonista da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 15, que tentou decidir se o ministro Alexandre de Moraes deve ser investigado pelas suas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Dino tentou atropelar a presidência de Edson Fachin ao questionar por diversas vezes as suas decisões, pediu diversos apartes nas falas de outros ministros e terminou por pedir vistas - adiando por até 90 dias a análise do caso, quando percebeu que Cármen Lúcia votaria contra a sua vontade.
Na prática, Dino impede o plenário do STF de passar a limpo a sua crise interna antes das eleições, e ainda coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais próximo do grupo de Alexandre de Moraes.
Isso era tudo que Lula não precisava neste momento de queda nas pesquisas de intenção de voto.
No fim, a sessão terminou sem que fosse tomada nenhuma decisão concreta.
Ainda assim, as discussões e bate-bocas vistos no plenário sinalizam que, se for julgado um pedido de investigação contra Alexandre de Moraes, ele pode sair vitorioso - e, portanto, se livrar de ser alvo de um inquérito por indícios de que mantinha elo com Daniel Vorcaro.
A primeira conclusão trazida da sessão é que hoje a Corte está matematicamente dividida em duas partes iguais.
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Wed, 16 Sep 2026 - 5641 - Carlos Andreazza: A defesa de Moraes no julgamento de Xandão | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que podem definir nesta terça-feira, 15, se abrem ou não uma investigação contra Alexandre de Moraes por suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A sessão tem previsão de início às 10h, mesmo depois de pressão de integrantes da Corte para adiamento da discussão sobre o caso.
Moraes passou a ser figura central no debate do Master após o Estadão revelar detalhes de um relatório da Polícia Federal com troca de mensagens suspeitas entre ele e o banqueiro, preso na Operação Compliance Zero.
Depois, o ministro André Mendonça, relator do caso, tirou o sigilo da investigação.
Nos últimos dias, com a proximidade do escrutínio, os ministros da Suprema Corte deflagraram uma guerra de despachos com o intuito de barrar a realização da sessão. O presidente do STF, Edson Fachin, contudo, manteve a data já marcada.
Diante da irredutibilidade de Fachin, duas soluções começaram a ser articuladas nos bastidores.
Uma delas é um pedido de vista logo no início da sessão, o que poderia adiar a discussão para mais adiante.
Esse plano pode não ser efetivo, já que Mendonça pretende expor seu voto mesmo se houver alguma medida nesse sentido.
Outra seria construir um caminho do meio em que os diferentes interesses do plenário fossem parcialmente contemplados.
Nesse cenário, a discussão seria abortada logo no início, com a constatação que o relatório da PF com indícios contra Moraes foi feito de forma irregular.
O julgamento traz o potencial de definir o tamanho político e institucional do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.
Ele pode sair gigante do plenário, assumindo o controle efetivo sobre a reorganização de uma Suprema Corte que atravessa sua maior crise ética e de credibilidade, ou correr o risco de encolher, a depender do desfecho e de sua capacidade de condução.
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Tue, 15 Sep 2026 - 5640 - Carlos Andreazza: O julgamento de Xandão (só que não) | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre a dimensão que tomou a guerra entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Uma ala da Corte pressiona para que o presidente, Edson Fachin, reveja sua decisão de realizar na terça-feira, 15, a sessão para debater os indícios que apontam para uma relação suspeita mantida entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A parte visível da oposição a Fachin vem de aliados de Moraes — que, nos últimos dias, incluindo no fim de semana, se embrenharam em uma guerra de despachos com o intuito de barrar a realização da sessão.
Para esse grupo, o ideal seria promover no mesmo dia a discussão sobre o pedido de Moraes para investigar André Mendonça.
Fachin resistiu: manteve a sessão de terça-feira agendada e jogou o caso contra Mendonça para o dia 23.
O colunista também analisa a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de requisitar diretamente à Polícia Federal uma cópia dos dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro foge do procedimento considerado mais convencional e expõe o grau de desconfiança entre os integrantes da Corte.
O ministroGilmar Mendesfez o mesmo pedido à direção-geral da Polícia Federal, sem, contudo, estabelecer um prazo para a entrega.
Na sexta-feira, o decano da Corte já havia solicitado a Fachin que tomasse providências para que todos os magistrados tivessem acesso ao material.
Criminalistas ouvidos pelo Estadão consideram defensável que os ministros tenha acesso ao material, mas questionam a forma como Zanin requisitou, já que os dados estão vinculados a uma investigação sob relatoria de André Mendonça.
Além disso, o presidente da Corte, Edson Fachin, passou a conduzir, em procedimentos próprios, a crise entre ministros.
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Mon, 14 Sep 2026 - 5639 - Carlos Andreazza: O STF autorizará investigação contra Moraes? | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a expectativa acerca da reunião da próxima terça-feira, 15, marcada para a avaliação de um pedido de investigação das mensagens de Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes.
Nove ministros do Supremo decidirão se o ministro Moraes será investigado por supostas relações com o ex-dono do Banco Master.
O presidente do STF, Edson Fachin, conversou nesta quinta-feira, 10, com ministros da Corte e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sobre a sessão.
Está na pauta de julgamentos o pedido feito por André Mendonça para que Moraes seja investigado por ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Fachin liberou para todos os gabinetes de ministros a íntegra do processo que trata do caso envolvendo Moraes.
Ele tenta um consenso entre os ministros sobre o formato da sessão.
O presidente inicialmente previu que ela seja realizada de forma presencial e aberta ao público.
Parte dos ministros defende que a discussão seja a portas fechadas.
A escalada da crise no Supremo colocou de vez a Corte no centro da campanha eleitoral a menos de um mês do primeiro turno e deu novo combustível a um tema que já vinha sendo explorado, sobretudo por candidatos ao Senado.
Desde que o impulsionamento eleitoral nas redes sociais passou a ser autorizado, foram identificados cerca de 5 mil anúncios relacionados ao Supremo e a seus ministros, especialmente Alexandre de Moraes, com gastos que chegam a R$ 2,9 milhões.
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Fri, 11 Sep 2026 - 5638 - Carlos Andreazza: Dino é Moraes. Fachin será o quê? | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre a crise no STF e as ações de seu presidente.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta quarta-feira, 9, retirar das mãos de Alexandre de Moraes a condução do inquérito das fake news, em tramitação há sete anos, e transferir o caso para a Presidência da Corte.
Em paralelo, Fachin determinou que a investigação sobre as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, reveladas pelo Estadão e relatadas pelo ministro André Mendonça, seja submetida ao plenário da Corte na próxima terça-feira, 15.
Alexandre de Moraes, que editou o contrato de R$ 131 milhões firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua mulher, também aparece em conversas nas quais Daniel Vorcaro lhe pergunta se deveria deixar o País diante do avanço das investigações.
Quando o ministro André Mendonça, relator da Operação Compliance Zero, levantou o sigilo das apurações, Moraes usou o inquérito das fake news contra Mendonça.
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Thu, 10 Sep 2026 - 5637 - Andreazza: ‘Os precedentes do Direito Xandônico: Mendonça se serve de Moraes’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a crise no Supremo Tribunal Federal.
A decisão de André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, o delegado Andrei Rodrigues, em razão do relatório de inteligência usado por Alexandre de Moraes para atacá-lo repete práticas que antes se pensava existir apenas no gabinete do ministro Moraes.
São tantos os precedentes na Corte criados pela conduta de Moraes que hoje Mendonça se vale de um deles, com a justificativa de que os fins justificam decisões monocráticas, que sempre ficariam melhor se respaldadas pelo colegiado.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, intimou o ministro André Mendonça a se manifestar sobre o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) que quer anular o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Fachin deu prazo de 72 horas para Mendonça se pronunciar.
A AGU entrou com o pedido de anulação do afastamento nesta terça-feira.
O recurso foi direcionado ao presidente do STF. No entendimento da AGU, que representa o governo federal em ações na Justiça, o afastamento do chefe da PF viola competência privativa do presidente da República.
Mendonça submeteu a decisão à Segunda Turma da Corte, que formou maioria para validar a decisão.
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Wed, 09 Sep 2026 - 5636 - Andreazza: O ‘todo institucional’ de Gilmar - com seus Dinos - em defesa de Moraes | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, elaborou uma proposta para alterar o regimento interno da Corte e proibir a atuação de delegados da Polícia Federal (PF) em gabinetes de magistrados do tribunal.
Gilmar havia sugerido a mudança ao presidente do STF, Luiz Edson Fachin, após a divulgação do relatório da Polícia Federal que expôs os diálogos do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes.
O teor das conversas foi revelado pelo Estadão.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou que “não haverá omissão” sobre a crise deflagrada na Corte ao longo da semana.
Ele defendeu ainda a “urgência” de três metas estabelecidas em sua gestão: a adoção de um código de ética para o STF, a modernização do sistema de justiça e o fim do inquérito das fake news, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes.
“Faremos o que é certo, no tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. Instituições precisam ser preservadas, sobretudo nos momentos de maior tensão”, destacou, em discurso feito no Palácio do Planalto em cerimônia de sanção de medidas relacionadas a fundos do sistema de Justiça.
O evento teve também a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirmou que Fachin e Gonet precisam tranquilizar a população, ‘sem tentar esconder nada’.
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Tue, 08 Sep 2026 - 5635 - O clube do uísque contra-ataca: quando Xandão defende Moraes | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 04, Carlos Andreazza fala da guerra que se instalou dentro do Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes está acusando o colega André Mendonça de uma série de irregularidades que ele mesmo cometeu ao longo dos últimos anos.
O ministro Moraes usou o inquérito das Fake News para acusar Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade.
Relator do caso Banco Master, Mendonça levantou na terça-feira, 1º, o sigilo de um relatório da Polícia Federal que compilou 51 mensagens comprometedoras entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, após o conteúdo ser revelado pelo Estadão.
Moraes atribui a Mendonça quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos na relatoria das operações Sem Desconto e Compliance Zero.
O material produzido pela corporação indica que há “quadro indicativo de que André Mendonça adota posturas muito diferentes diante de ilicitudes aparentes relacionadas aos Ministros Dias Toffoli e Nunes Marques, em comparação com sua percepção no que toca ao Ministro Alexandre de Moraes, apresentando discurso de defesa quanto aos dois primeiros”.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, pediu explicações aos ministros sobre fatos relacionados ao relatório da Polícia Federal que expôs a relação entre Moraes e Daniel Vorcaro.
Também devem prestar esclarecimentos o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor da PF, Andrei Rodrigues.
Todos terão prazo de cinco dias úteis para fazer isso.
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Fri, 04 Sep 2026 - 5634 - Carlos Andreazza: ‘Moraes obstrutor de Justiça’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF e suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) anunciou no início da noite desta terça-feira, 1º, que quase 100 parlamentares de oposição assinaram pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
O partido também entrou com uma notícia-crime pedindo o afastamento e a prisão de Moraes por tráfico de influência e obstrução de justiça.
No tribunal, a perspectiva de que o ministro Alexandre de Moraes assuma a presidência do STF no ano que vem, ao final do mandato do ministro Edson Fachin, empossado para o biênio 2025–2027, tornou-se um fator de apreensão nos bastidores da Corte.
O receio central envolve o impacto sobre a credibilidade da instituição caso ela passe a ser comandada por um magistrado alvo de suspeitas não esclarecidas.
Na primeira sessão após a divulgação do material, os ministros se esforçaram para conferir ao Supremo Tribunal Federal um ar de normalidade um dia após a divulgação do elo entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Ao passar por jornalistas que o aguardavam em uma das entradas do tribunal em busca de uma declaração, Moraes silenciou.
Mas sorriu e cumprimentou a imprensa.
O ministro costuma evitar esse contato.
Ainda em Brasília, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu o arquivamento de denúncias feitas pelo banqueiro Daniel Vorcaro sobre supostas ameaças que alega ter sofrido na prisão para não firmar um acordo de colaboração premiada.
As declarações foram dadas pelo banqueiro no gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso Master, durante oitiva realizada na última quinta, 27.
Como revelou o Estadão, Vorcaro afirmou, em depoimento prestado à equipe do ministro, que quer delatar integrantes do “atual governo” do presidente Lula e citaria nessa delação a realização de viagem com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Ele, porém, não deu detalhes nem indicou provas dessa relação.
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Thu, 03 Sep 2026 - 5633 - Andreazza: ‘Clube do uísque pelado: o Moraes de Vorcaro. E o Gonet de Moraes’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 02, Carlos Andreazza fala das novas revelações sobre o caso Master.
A troca de mensagens entre Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, indica que o ministro discutia com o banqueiro a possibilidade de a Polícia Federal deflagrar a primeira fase da Operação Compliance Zero e a estratégia que o dono do Master deveria adotar para frustrar o cumprimento da ordem de prisão preventiva contra ele expedida pela 10.ª Vara Federal do Distrito Federal.
O compartilhamento de informações sigilosas entre Moraes e Vorcaro sobre os primeiros passos da investigação começou em 4 de novembro de 2025 e se intensificou à medida que se aproximava a prisão do banqueiro.
Segundo investigadores, o conteúdo da conversa permite inferir que Moraes repassava a Daniel Vorcaro detalhes sensíveis sobre o andamento inicial da Operação Compliance Zero, incluindo datas e horários de diligências planejadas pela Polícia Federal.
Em 15 de novembro de 2025, um sábado, Vorcaro consultou Moraes.
“Acha que segunda já tenho que estar fora?”, sobre sair do País para escapar da prisão.
Quarenta e oito horas depois, na noite de 17 de novembro, segunda-feira, o banqueiro foi preso pela PF quando tentava embarcar em um jato particular com destino a Malta e, depois, para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde buscava concretizar a venda do Banco Master.
Para investigadores, pretendia fugir do País.
O ministro André Mendonça, relator do processo do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), não deverá fazer pedido formal de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes sem antes alinhar o passo com o presidente da Corte, Edson Fachin.
A postura reflete uma praxe adotada por Mendonça, que tem mantido diálogos frequentes com Fachin e priorizado a consulta prévia sempre que se depara com episódios de alta tensão institucional.
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Wed, 02 Sep 2026 - 5632 - Carlos Andreazza: ‘Dias Toffoli contra a Lei’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu a realização de parte da propaganda eleitoral na internet de Renan Santos, o candidato do Missão à Presidência da República, bem como sustou repasses do fundo eleitoral à campanha, a realização de gastos com eventuais recursos já repassados e o direito de participar de debates em rádios, televisão, podcasts ou outros meios de comunicação.
As proibições se estendem também ao vice na chapa, Aroldo Medina. Não há impedimento à realização de campanha nas ruas.
Na decisão, Toffoli proibiu a veiculação de propaganda em perfis e sites informados fora do prazo à Justiça Eleitoral.
O Missão declara publicamente que não vai usar dinheiro do fundo eleitoral nesta campanha.
Segundo o TSE, o partido tem direito a R$ 3,3 milhões do fundo.
Até o momento, a campanha de Renan não registrou entrada desse dinheiro público como fonte de receita.
Segundo o Toffoli, Renan deixou de comunicar no tempo indicado por lei todas as contas que mantém em redes sociais.
Essas informações devem ser prestadas no momento do registro, ou um dia após a criação de novos canais.
“A própria omissão de dados é indício de fraude à lei”, escreveu o ministro.
Segundo a decisão, 16 perfis em redes sociais foram informados 12 dias após o requerimento do registro da candidatura.
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Tue, 01 Sep 2026 - 5631 - Uma eleição disputada na lama. Quem chafurda menos? Eleitor tapa o nariz e vota | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 31,Carlos Andreazza fala sobre a disputa das eleições majoritárias de 2026 .
Do lado petista da disputa, investigação mostra que a empresa de tecnologia para a qual a lobista Roberta Luchsinger atuava fechou mais de R$ 81 milhões em contratos e aditivos com órgãos federais do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O valor global dos negócios da 3Structure, firma de Florianópolis (SC), de Cleber Ribas, na esfera federal é ainda maior.
A Telebras não divulga o valor do contrato de cinco anos celebrado com a firma em 2024.
As investigações da Polícia Federal apontam que Roberta foi contratada por Ribas para intermediar interesses dele com órgãos públicos.Ainda segundo a PF, a suspeita é de que a lobista atuava em sociedade oculta com Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho de Lula.
Como revelou o Estadão, a PF diz que Lulinha é citado em diálogo de Roberta com Cleber Ribas como “destinatário de pagamentos e de benefícios” do empresário.
Os valores ainda não foram detalhados.
No lado bolsonarista, o candidato à presidência da República pelo PL,Flávio Bolsonaro, voltou a dizer que não há irregularidades no patrocínio de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse feito pelo banqueiroDaniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A declaração foi feita em entrevista à Record, que foi ao ar neste domingo, 30.
“Absolutamente nada de errado”, disse sobre o caso. “É muito diferente do que fez o atual governo. Aí, sim, o Lula deve explicações, porque a gente não sabe até hoje, se ele é o patrocinador, se ele é o conselheiro, se ele é um sócio do Banco Master, o próprio Lula, o próprio presidente da República, ele fez uma reunião prometendo para os representantes do Banco Master que podiam esperar um pouquinho, porque o presidente do Banco Central ia ser trocado, então o governo teria uma forma de ajudá-lo (Vorcaro) a resolver os seus problemas no Banco Master”, disse.
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Mon, 31 Aug 2026 - 5630 - Presidente com filho investigado manda chefe da PF se apaziguar com relator no STF | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em meio às investigações sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, determinou que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se reúna com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula também quer investigação sobre o vazamento de informações sigilosas da PF envolvendo mensagens trocadas entre o filho e a empresária lobista Roberta Luchsinger.
O pedido foi aceito, e Mendonça determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados no processo.
Ainda sobre Lula, que como candidato à reeleição defendeu o filho, mas reconheceu que é “totalmente errado” que seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, tenha recebido recursos da lobista Roberta Luchsinger, como revelado pelas investigações da Polícia Federal.
O presidente foi sabatinado nesta quinta-feira, 27, pelo Jornal Nacional, da TV Globo.
O presidente afirmou que não existe, até o momento, uma acusação contra o seu filho, mas apenas suspeitas baseadas em conversas telefônicas e outros elementos da investigação.
“Uma conversa de telefone não justifica nada. São só ilações tiradas de telefonemas”.
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Fri, 28 Aug 2026 - 5629 - Carlos Andreazza: ‘Quem comanda o Supremo?’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal.
A troca de comando no STF está prevista para setembro de 2027, mas na prática, a transição já começou.
Alexandre de Moraes, futuro presidente, tem representado a Corte em encontros com chefes do Executivo e do Legislativo, além de promover reuniões com lideranças do Judiciário.
Moraes abriu a semana conduzindo uma audiência pública com presidentes de tribunais de todo o País para discutir o combate ao crime organizado.
Também chamou integrantes do Ministério da Justiça, da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de prefeituras.
O ministro convocou as reuniões por ser o relator de ações que contestam a Lei Antifacção. Edson Fachin, o presidente do Supremo, compareceu como convidado.
No recesso de julho, quando foi presidente interino do tribunal, Moraes foi ao Palácio do Planalto para participar da cerimônia de sanção de leis voltadas à proteção das mulheres.
Depois do evento, aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tomar um café.
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Thu, 27 Aug 2026 - 5628 - ‘Vazamento para todos! Se vaza de Lulinha, tem de vazar de Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26,Carlos Andreazza fala sobre os vazamentos das investigações em curso no Supremo.
O advogado que representa Lulinha questionou a sequência de vazamentos em investigações envolvendo seu cliente.
Em entrevista ele disse que o caso recebe tratamento desigual e que há materiais ainda não conhecidos publicamente.
Ao responder sobre o que poderia surgir nas apurações, Carvalho falou sobre o caso Dark Horse, relacionado ao senador Flávio Bolsonaro e ao suposto financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro.
Segundo ele, ainda existe conteúdo não divulgado, incluindo áudios e vídeos citados na investigação.
Já Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou na Justiça contra o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil) por conta de um vídeo produzido com inteligência artificial que, segundo sua defesa, associa sua imagem diretamente a práticas criminosas.
O conteúdo apresenta o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “estrela da corrupção” e utiliza recursos de edição e IA para inseri-lo em uma narrativa sobre supostos crimes.
De acordo com advogado de Lulinha, o vídeo descontextualiza imagens e fatos e constrói, por meio de recursos sintéticos, uma associação entre Fábio Luís e condutas ilícitas que não teriam respaldo factual.
A defesa também contesta a afirmação “eles roubaram”, usada na produção, e sustenta que o material ultrapassa os limites da crítica política ao atribuir a ele a prática de crimes.
O ministro André Mendonça, do STF, determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados sigilosos em caso envolvendo o filho do presidente Lula.
A decisão diz respeito ao conteúdo de reportagens jornalísticas.
O ministro se baseia em mensagens privadas e detalhes dos inquéritos que investigam tráfico de influência e a Operação Sem Desconto, que envolve as fraudes no INSS.
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Wed, 26 Aug 2026 - 5627 - “STF, PF e eleições: ‘Dark Horse’ versus ‘Dark Lobby’” | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre o momento das eleições presidenciais de 2026.
De um lado, uma investigação da Polícia Federal identificou um operador financeiro que era usado pela lobista Roberta Luchsinger para realizar saques em dinheiro vivo e pagamentos em espécie.
Uma das suspeitas é que esse operador pagou passagens aéreas para Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula. Roberta e Lulinha são investigados por suspeitas de tráfico de influência no governo.
A PF encontrou diálogos de Roberta com esse operador no telefone celular dela.
O homem, identificado com Ulisses Barbosa, também trabalhava como motorista.
Com base nesses elementos, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em um dos inquéritos abertos sobre Roberta e Lulinha que ainda vai aprofundar a análise sobre esse operador financeiro, na expressão usada pela própria corporação, que poderia resultar em suspeitas do crime de lavagem de dinheiro.
Do outro, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, reagiu nesta segunda-feira, 24, ao ser novamente questionado sobre a prestação de contas relacionada ao filme Dark Horse.
“Vocês vão parar no tempo?”, indagou. Segundo ele, a responsabilidade pelas explicações não é dele.
Três meses já se passaram desde que Flávio disse que apresentaria publicamente um relatório detalhado sobre o financiamento do longa-metragem, que contou com verba de Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Flávio foi perguntado sobre a decisão de deixar a gestão dos recursos destinados ao projeto sob responsabilidade da produtora Go Up. De acordo com o candidato, a prestação de contas já foi apresentada no âmbito de uma investigação em São Paulo e divulgada pela imprensa. Ele afirmou ainda que a produtora teria gasto mais do que recebeu.
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Tue, 25 Aug 2026 - 5626 - O debate dos ausentes: Lula e Flávio Bolsonaro só podem falar em ambientes controlados
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a comenta os principais acontecimentos do primeiro debate entre presidenciáveis para as eleições de 2026, realizado na noite de domingo, 23, pela Band e pelo Estadão, em parceria com TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan.
O encontro foi marcado pelas ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). No palco, participaram Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão).
Mesmo fora do debate, Lula acabou no centro das discussões. Os adversários direcionaram críticas ao governo e ao presidente, enquanto seus apoiadores defenderam a decisão de não participar. A justificativa apresentada pelo próprio petista foi a de que sua presença o transformaria no principal alvo dos demais candidatos.
Andreazza também analisa os reflexos do debate sobre a disputa eleitoral. Uma dinâmica realizada pelo Instituto Travessia com um grupo de eleitores apontou Caiado como o candidato de melhor desempenho na avaliação dos participantes.
O levantamento indicou ainda comportamentos distintos entre os eleitores dos dois nomes que lideram as pesquisas. Enquanto os participantes que declaravam apoio a Lula mantiveram sua preferência ao longo do debate, parte dos eleitores que inicialmente apoiavam Flávio Bolsonaro passou a considerar outros candidatos após o confronto.
No programa, Carlos Andreazza discute o significado das ausências, a estratégia dos candidatos que participaram do encontro e os possíveis efeitos do primeiro grande confronto da campanha de 2026 sobre uma disputa que começa a ganhar novos contornos.
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Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoO 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência.
Apresentação: Carlos Andreazza
Edição/Produção: Jefferson Perleberg
Coordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mon, 24 Aug 2026 - 5625 - Start #442 com Daniel Gonzales: Inovação e tecnologia na construção das cidades inteligentes
Salvador criou um plano de longo prazo para orientar o uso de tecnologia na gestão pública. Santos está usando dados e seu centro de controle urbano para repensar a mobilidade. Em San José, na Califórnia (EUA), a inteligência artificial virou tema de educação para a população. E, em Nova York, até o calor produzido pelo metrô está sendo estudado como fonte de energia. São iniciativas bem distintas, de diferentes cidades inteligentes ao redor do mundo, mas que apontam para a mesma questão: como transformar inovação em soluções que façam diferença no cotidiano das cidades? No Start desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Caio Castro, CEO do iCities, sobre tecnologia, dados, inovação e os caminhos para construir cidades mais inteligentes e mais eficientes. O podcast está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 22 Aug 2026 - 5624 - Caso Lulinha: A PGR de Gonet, que é de Moraes (e Gilmar), e seus rigores variados | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a Procuradoria-Geral da República, que afirmou em petição enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que a Polícia Federal não apresentou nenhuma conclusão indicando que o empresário Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, tenha fechado negócios com o governo federal.
Apesar de destacar que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a lobista Roberta Luchsinger mantinham “permanente contato”, a PGR sustenta não haver participação de autoridade com foro para julgamento de seus atos no STF.
Já o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tende a negar o pedido da PGR para enviar para a primeira instância investigações contra o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência e corrupção.
Com isso, os inquéritos devem ser mantidos na Corte até a conclusão.
Interlocutores de Mendonça dizem que o mais provável é o ministro deixar tudo como está. Uma mudança no foro agora poderia prejudicar o andamento das investigações.
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Fri, 21 Aug 2026 - 5623 - ‘Oligarcas do Poder: Gilmar Mendes em socorro à dupla censora Moraes e Dino’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que defendeu a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um investigado que é fonte de um jornalista, no Maranhão, no inquérito que investiga os crimes de stalking e difamação ao ministro Flávio Dino.
Em outra frente, a Polícia Federal descartou o crime de violação de sigilo funcional por parte do jornalista do Maranhão que fez publicações sobre carros oficiais usados pela família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e afirmou que não é possível “apontar com máxima certeza” se Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo, recebeu pagamentos para fazer as publicações.
As constatações aparecem em relatórios da investigação enviada ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso que apura uma suposta perseguição a Flávio Dino, antes da ordem de busca e apreensão contra o informante do jornalista, cumprida no último dia 11.
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Thu, 20 Aug 2026 - 5622 - Andreazza: Dobradinha Moraes-Dino: não querem a volta do diploma, mas o controle sobre o jornalismo
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 19, Carlos Andreazza fala que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira, 18, que a Corte volte a discutir a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão e afirmou que “a extensão automática desse regime de garantias a qualquer blogueiro pode levar a que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros”.
A obrigatoriedade do diploma foi derrubada pelo STF em junho de 2009, quando o plenário da Corte decidiu que o certificado não poderia ser exigido para o exercício da atividade na imprensa.
“Há uma decisão do Supremo, a qual respeito, obviamente, e quem sabe um dia será debatida novamente, quanto à dispensa do diploma de jornalista para o exercício da profissão.
Então, isto constitui um complicador na medida em que há extensão automática deste regime de garantias a qualquer blogueiro”, disse Dino ao votar durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica após reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.
Durante o julgamento, o ministro Alexandre Moraes disse que deve ser adotada o que chamou de “regra de transição” a ser aplicada para quem já exerce a atividade profissional de jornalista.
E chegou a defender que haja uma regulamentação da atividade, sem detalhar se sua ideia seria regular a imprensa ou apenas a retomada da exigência de diploma.
“Hoje, com as redes sociais, qualquer pessoa acorda e diz: ‘A partir de hoje, eu sou jornalista’, e começa, em seu blog, a ofender a honra de inúmeras pessoas e a se escudar na liberdade de imprensa.
Claramente, nós não podemos normalizar isso e tratar essas pessoas como a imprensa séria, o jornalismo sério. Então, talvez seja realmente o momento de refletirmos, com uma regra de transição para aqueles que já exercem seriamente a profissão, mas, como qualquer outra profissão no Brasil, uma regulamentação para evitar exatamente isso.
E Vossa Excelência disse: talvez o PCC, talvez o Comando Vermelho comece...
Não, infelizmente, já se infiltraram em redes de desinformação nas redes sociais”, assinalou Moraes.
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Wed, 19 Aug 2026 - 5621 - ‘Caso Lulinha: As Jóias de Marcola e o empréstimo exótico’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 18, Carlos Andreazza fala que a Polícia Federal apontou que mensagens interceptadas indicam que a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha comprou joias no valor de R$ 9,2 mil para Marco Aurélio Santana Ribeiro (o Marcola), ex-chefe de gabinete do presidente Lula.
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em entrevista à podcasts, que acredita na inocência do filho dele, o empresário Fábio Luis Lula da Silva, mas que os inquéritos contra ele não serão engavetados.
Lulinha é investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência.
“Meu filho sabe que ele não pode fazer nada errado, ele jura, por tudo que é sagrado que ele não tem nada.
Eu acredito nele, mas eu já disse aos advogados que ninguém vai pedir fechamento de inquérito contra o meu filho”, disse o presidente.
Sem registros oficiais, a lobista Roberta Luchsinger fez mais de 40 visitas a órgãos do governo federal desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023.
Por lei, reuniões com autoridades precisam ser informadas nas agendas dos agentes públicos que participam dos encontros.
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Tue, 18 Aug 2026 - 5620 - Alcolumbre parça de Xandão. A ex-turma de Dino no Maranhão. E o começo da campanha | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre o início da campanha eleitoral, da parceria entre Alcolumbre e Moraes e da situação de Flávio Dino no Maranhão.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi um dos responsáveis pelo aumento dos atritos entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Ele estava no time que encorajou senadores a votarem contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no tribunal.
Agora, porém, ele foi o anfitrião do acordo de paz entre os dois para salvar a própria pele.
Já Flávio Dino tinha um objetivo: descobrir quem entre os seus adversários políticos no Maranhão fora o informante do jornalista Luís Pablo.
Dino, dublê de juiz do tribunal constitucional e chefe de grupo político local, tem muitos adversários no Estado que governou até 2022, Estado – tornado imundo caso de polícia – sobre cuja vida político-eleitoral, direta ou indiretamente, o ministro toma providências judiciais.
Providências aceleradas a partir de cisão – agora guerra – no grupo político que liderava. Barra pesada.
O governador, que lhe foi vice, que lhe era aliado, eleito por ele, agora é inimigo – e em decorrência disso, a serviço de agenda partidária de togado, vai mobilizado o Supremo.
A campanha eleitoral começou neste domingo, 16, com eventos focados em atrair eleitores da Região Sudeste e atacar opositores criticando seu posicionamento sobre temas como a condução da política externa, principalmente a relação do Brasil com os Estados Unidos.
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Mon, 17 Aug 2026 - 5619 - Start #441 com Daniel Gonzales: cibersegurança na velocidade da IA - a guerra digital acelerou
E se o maior desafio da inteligência artificial para a cibersegurança não for apenas o que ela pode fazer contra nós, mas a velocidade com que um ataque pode ser planejado e executado? O novo Relatório de Caça a Ameaças da CrowdStrike mostra que isso já acontece. Adversários usam IA para gerar códigos, atacar infraestrutura de inteligência artificial, explorar LLMs corporativos e comprometer cadeias de software. E o tempo de reação está encolhendo. Grupos ligados à China exploraram vulnerabilidades críticas em até 24 horas após a divulgação de uma prova de conceito. Em outro caso, mais de 300 dependências de software foram comprometidas em um único dia. A atividade criminosa na nuvem cresceu 171%. O que isso muda nas modernas estratégias de cibersegurança? O Start Eldorado desta semana discute essa nova corrida entre ataque e defesa com Marcos Ferreira, vice-presidente de Pré-Vendas da CrowdStrike para a América Latina. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start Eldorado está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 15 Aug 2026 - 5618 - Andreazza: ‘O vício da inconstitucionalidade em Alexandre de Moraes e Flávio Dino’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o STF, pois ao menos quatro dos atuais dez ministros do Supremo Tribunal Federal ficaram incomodados com a decisão de Alexandre de Moraes de investigar um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de um jornalista que escreveu reportagens sobre uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino.
Outros têm evitado falar do assunto, mesmo nos bastidores.
Em caráter reservado, um dos ministros críticos à decisão diz que ela é inédita no sentido de afronta à liberdade de imprensa e que significa um precedente perigoso para o jornalismo investigativo.
O ministro Flávio Dino afirmou nesta quinta-feira, 13, que é alvo de “agressões e injustiças” após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou fonte de jornalista por suposta perseguição a ele.
“Minha atual função de juiz impede-me de participar cotidianamente de ‘apaixonados’ debates públicos.
Isso inclui suportar calado agressões e injustiças, assistir a distorções monumentais quanto a fatos, acompanhar perplexo a exposição de interpretações absurdas”, escreveu Dino em publicação nas redes sociais.
Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou, em discurso na abertura da sessão plenária desta quinta-feira, 13, que a Corte tem compromisso com a “liberdade de imprensa e com o direito fundamental dos jornalistas ao sigilo de fonte”, mas defendeu a “responsabilização, inclusive penal, de quem tiver praticado crimes”.
O discurso ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes determinar buscas contra um ex-secretário do governo do Maranhão.
Ele é apontado como fonte de informações de um jornalista que publicou reportagens sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino.
Moraes e a Polícia Federal apontam Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão, como fonte do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo.
Para chegar a Cutrim, o ministro decretou a quebra do sigilo telemático do jornalista, alvo da PF em março. A decisão de Moraes é monocrática.
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Fri, 14 Aug 2026 - 5617 - 'Direito Xandônico e os penduricalhos no STF: depois de cassarem o sigilo de fonte, voltam os caçadores de marajás | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, que determinaram nesta quarta-feira, 12, que sete tribunais de Justiça suspendam imediatamente o pagamento de penduricalhos irregulares.
Os magistrados exigem ainda que os presidentes de cada Corte enviem, em 72 horas, os nomes dos juízes beneficiados e devolvam valores acima do limite de 70% do subsídio.
A medida alcança os tribunais de Maranhão, Rio de Janeiro, Goiás, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Norte e Distrito Federal.
Nas decisões, que são idênticas, os ministros afirmam que os valores são “exorbitantes”.
Houve ainda reporte de possíveis irregularidades nos pagamentos de honorários de sucumbência para membros da Advocacia-Geral da União (AGU). Neste caso, os ministros foram mais brandos.
O ministro Alexandre de Moraes ainda afirmou que 1,1 mil magistrados estaduais receberam indevidamente mais de R$ 100 mil em abril, o que ele classificou de “pagamentos exorbitantes não autorizados pelo STF”.
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Thu, 13 Aug 2026 - 5616 - ‘Supremo Xandônico: Moraes e Dino contra o sigilo de fonte’ | Estadão Analisa com Carlos Andreazza
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de informações de um blogueiro que publicou sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino.
Moraes aponta Raimundo Cutrim como fonte de informações publicadas pelo jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo.
As buscas foram realizadas a partir de informações encontradas no celular do blogueiro, alvo da PF em março.
Na operação desta terça, um advogado também foi alvo de um mandado de buscas porque teria assessorado o blogueiro nas publicações sobre o ministro.
A decisão de Moraes está sob sigilo. Procurado, o STF ainda não se manifestou.
A decisão cita que a Polícia Federal encontrou movimentações financeiras desse advogado em favor do blogueiro e quer saber se os pagamentos estão relacionados a publicações de interesse do grupo de Raimundo Cutrim.
Em outra frente, associações jornalísticas publicaram nota conjunta em que manifestam ‘profunda preocupação’ com a ação policial que mirou Raimundo Cutrim.
Ele foi citado em despacho do ministro Alexandre de Moraes como fonte anônima de reportagem sobre uso de carros oficiais pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A nota foi assinada pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner).
“Ações judiciais que quebram o sigilo da fonte não têm amparo constitucional e abrem precedentes que ameaçam a liberdade de imprensa, amparada pela Constituição de 1988″, diz a nota.
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Wed, 12 Aug 2026 - 5615 - Motta e Alcolumbre se aproximam de Lula. Flávio Bolsonaro gosta | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 11, Carlos Andreazza analisa o acordo costurado entre o Palácio do Planalto e Hugo Motta (Republicanos-PB) para a disputa da Câmara em 2027, além da tentativa de o governo fechar um pacto semelhante com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Em busca de apoio dos dois líderes nas eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sinalizou que vai apostar em mais uma gestão de Hugo Motta (Republicanos-PB) à frente da Câmara. Ao mesmo tempo, também pretende dar respaldo a Alcolumbre — desde que o senador colabore com o Planalto. Essa nova aliança com o Centrão, pensada para um eventual novo mandato de Lula, foi um dos temas centrais de um jantar na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, ocorrido na última terça-feira, 4, do qual participaram o presidente e Alcolumbre.
O encontro também serviu para um “acerto de contas” entre os dois, logo nos primeiros momentos da reunião. A mediação ficou por conta de Moraes — amigo próximo do presidente do Senado — e do também ministro do STF Cristiano Zanin, que já foi advogado de Lula.
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Coordenação: Renan Pagliarusi
Foto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tue, 11 Aug 2026 - 5614 - Os donos do orçamento secreto na piscina do advogado | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 10, Carlos Andreazza comenta uma imagem localizada pela Polícia Federal que mostra o advogado Willer Tomaz, alvo da mais recente fase da Operação Sem Desconto, em uma piscina ao lado de pelo menos oito deputados e senadores.
A operação investiga um esquema de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A fotografia estava armazenada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que também é investigado no caso. O registro foi revelado neste sábado, 8, pela revista piauí.
Além de Weverton Rocha, aparecem na imagem os deputados Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, Juscelino Filho (PSDB-MA), Elmar Nascimento (União-BA) e Paulo Azi (União-BA). O ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), e os senadores Efraim Filho (União-PB) e Angelo Coronel (Republicanos-BA) também estão na foto.
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Mon, 10 Aug 2026 - 5613 - Start #440 com Daniel Gonzales: Infraestruturas críticas na era da IA - novos riscos, novas defesas
Ataques cibernéticos já não representam apenas o risco de roubo de dados. Hoje, eles podem comprometer o funcionamento de serviços essenciais, como abastecimento de água, energia, transporte e hospitais. Na semana passada, as agências internacionais divulgaram várias tentativas de invasão e ataques contra estações de tratamento de água em sete estados norte-americanos. O que torna essas infraestruturas críticas tão vulneráveis? O Brasil está preparado para enfrentar esse tipo de ameaça? E como inteligência artificial e novas tecnologias podem reforçar (ou mesmo ampliar) esses riscos? No Start Eldorado desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil, sobre os desafios de proteger os sistemas que sustentam a vida nas cidades e a economia digital, o cenário e os desafios ligados à sua proteção. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 08 Aug 2026 - 5612 - Caso Lulinha: as desconfianças entre André Mendonça e a direção da Polícia Federal | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 07, Carlos Andreazza analisa a tensão entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a cúpula da Polícia Federal, depois que a corporação tentou driblar o ministro André Mendonça e tirar de suas mãos as investigações sobre Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.
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Fri, 07 Aug 2026 - 5611 - O encontro secreto de Lula e Alcolumbre na casa de Alexandre de Moraes | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 06, Carlos Andreazza comenta sobre o encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A reunião ocorreu durante um jantar promovido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, em sua residência, com o objetivo de aproximar novamente os dois líderes.
Também participou do encontro o ministro do STF Cristiano Zanin. Ao deixar o jantar, Alcolumbre foi questionado sobre os temas debatidos, mas evitou dar detalhes e limitou-se a responder: “Segredo”.
Entre os assuntos tratados esteve a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho no modelo 6x1. Lula perguntou ao presidente do Senado sobre o andamento da matéria, atualmente sem avanço na Casa.
Segundo Alcolumbre, embora a proposta tenha apoio popular, ela enfrenta forte resistência de setores do empresariado, exigirá um amplo debate e, por isso, sua votação deve ficar para depois das eleições de outubro.
Nos bastidores, aliados tanto de Lula quanto de Alcolumbre avaliam que o jantar marcou o início de uma tentativa de reconstrução do diálogo entre os dois. A relação havia se deteriorado no fim de abril, após o Senado rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.
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Thu, 06 Aug 2026 - 5610 - Código Fachin para juízes. Mas (ainda) não para os Xandões | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre a proposta de código de ética para o Poder Judiciário que será apresentado pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em sessão nesta terça e colocado para votação.
Segundo o documento, ao qual o Estadão teve acesso, a proposta traz regras sobre recebimento de presentes, participação de magistrados em eventos e limites para a atuação de parentes.A ideia é traçar “diretrizes de prevenção e gestão de conflitos de interesses” e promover “integridade, imparcialidade, transparência e confiança pública”.
Se aprovadas, as novas regras valeriam para todo o Poder Judiciário, menos para os ministros do Supremo. Existe em paralelo a discussão em torno de um código de ética específico para o STF, mas o texto ainda não está pronto. A expectativa é que a ministra Carmen Lúcia, relatora da proposta, a coloque em votação na Corte no fim deste ano.
Fachin recomenda que os tribunais adotem no prazo de até seis meses mecanismos para mapear situações de conflito de interesse por meio de uma plataforma com um canal confidencial para aconselhamento ético dos magistrados.
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Tue, 04 Aug 2026 - 5609 - Os negócios que rondam o gabinete de Lula e o presente que Trump lhe dá | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre a transação admitida pelo ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Santana Ribeiro, que assumiu ter recebido pagamento da lobista Roberta Luchsinger.
Ela se tornou investigada pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência no governo em conjunto com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente. Em nota divulgada à imprensa, Marco Aurélio disse que o pagamento foi um “empréstimo pessoal contraído e já quitado”. Marcola, como ele é conhecido, deixou o cargo no governo Lula no último dia 21 de julho para integrar a equipe da campanha do presidente.
A transação entre Roberta e Marcola foi citada pela Polícia Federal no pedido de abertura de inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha no Ministério da Saúde e no Palácio do Planalto. Uma das hipóteses sob investigação é se o pagamento seria propina para abrir portas no governo. A existência da transação foi divulgada pelo sitePoder360 e confirmada pelo Estadão.
No cenário internacional, Lula recebeu outra surpresa nesta terça-feira, 4, com a revogação do visto da embaixadora brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti pelo governo dos EUA. A diplomata teve sua permanência colocada em xeque após o governo brasileiro recusar o visto de funcionários americanos no mês passado, além de ainda não ter formalizado a autorização para que Daniel Perez assuma a embaixada dos EUA em Brasília.
O cancelamento do visto dela somente será revogado quando o governo brasileiro concordar com a indicação de Perez e solucionar a pendência diplomática, avisou a jornalistas um funcionário do Departamento de Estado.
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Wed, 05 Aug 2026 - 5608 - O fator STF nas eleições | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o papel e a influência do Supremo Tribunal Federal nas eleições de 2026.
Na última quarta-feira, 29, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo federal e o Congresso Nacional informem de que forma deputados e senadores podem ser responsabilizados por eventuais irregularidades na destinação de emendas parlamentares.
A decisão foi tomada, no âmbito de uma nova ação apresentada pela Rede Sustentabilidade, que pede o fortalecimento dos mecanismos de responsabilização dos parlamentares na execução desses recursos.
Além disso, a repercussão do vídeo de Jair Bolsonaro produzido por Inteligência Artificial também deve passar pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que está diante do primeiro grande desafio sobre o uso de IA nas campanhas deste ano.
A Corte está para decidir se configura ou não abuso o vídeo exibido na convenção do PL com um avatar de Jair Bolsonaro pedindo voto para o filho Flávio, candidato a presidente.
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Mon, 03 Aug 2026 - 5607 - Start #439 com Daniel Gonzales: Além do controle - quando a IA encontra caminhos que ninguém previu
Até pouco tempo atrás, a ideia de uma inteligência artificial tomando decisões inesperadas e escapando do comportamento previsto parecia assunto de filmes de ficção científica. Mas o avanço dos chamados agentes de IA, capazes de planejar, agir e interagir com sistemas digitais de forma cada vez mais autônoma, está tornando esse debate bastante concreto. Um episódio recente envolvendo um modelo da OpenAI, durante testes de segurança, levantou questionamentos importantes sobre os limites dessa tecnologia, os riscos para as empresas e a necessidade de novas formas de governança e controle. Durante testes fechados, o modelo conseguiu achar formas de fugir do controle, planejou e executou, por conta própria, um ataque cibernético contra uma outra empresa. O caso representa uma exceção ou antecipa desafios de proteção e controles rígidos que acompanharão a próxima geração de inteligências artificiais? É sobre esse cenário e seus impactos para os negócios, a inovação e a sociedade que o apresentador Daniel Gonzales conversa, nesta edição do Start, com o professor Marcos Barretto, da Fundação Vanzolini e da Escola Politécnica da USP, um dos maiores pesquisadores brasileiros do tema, que estuda a IA desde a década de 1980. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 01 Aug 2026 - 5606 - Crise entre Mendonça e PF, e o inquérito sobre Lulinha | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre a Polícia Federal, que tentou dar um drible no ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, e retirar da sua batuta as investigações envolvendo Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.
Nas apurações do caso do INSS, cujo relator é Mendonça, os investigadores descobriram as ligações de Lulinha com Antonio Carlos Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”.
E lá no meio estava também uma suspeita de tráfico de influência do filho do presidente Lula a favor do canabidiol junto ao ministério da Saúde.
Antunes chegou a levar Lulinha numa viagem à Portugal sobre o tema.
A decisão da Polícia Federal de formalizar um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a abertura de uma nova frente de investigação contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, provocou estranhamento nos bastidores da Corte.
A PF pediu para apurar suspeitas de tráfico de influência do empresário no Palácio do Planalto e no Ministério da Saúde, em tratativas de negócios sobre o uso de cannabis medicinal.
O relator do caso do INSS no STF é o ministro André Mendonça. Mas a petição no Supremo não foi direcionada a ele.
Foi enviada para distribuição geral. Depois, coincidentemente terminou ficando com o próprio Mendonça, por sorteio.
O ministro autorizou o novo inquérito.
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Fri, 31 Jul 2026 - 5605 - Andreazza: Tribunal eleitoral paralelo de Moraes não é casa de um togado só | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Jair Bolsonaro produzido por Inteligência Artificial.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está diante do primeiro grande desafio sobre o uso de inteligência artificial nas campanhas deste ano.
A Corte está para decidir se configura ou não abuso o vídeo exibido na convenção do PL com um avatar de Jair Bolsonaro pedindo voto para o filho Flávio, candidato a presidente.
Três dos sete ministros do TSE falaram à Coluna em caráter reservado. Para um deles, não houve abuso.
Segundo esse ministro, a tecnologia pode ser usada em qualquer situação, desde que não seja para disseminar notícia falsa ou para prejudicar alguém.
A defesa de Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente não tinha conhecimento prévio sobre o vídeo exibido na convenção do PL no sábado, 25.
No lançamento oficial da candidatura de Flávio Bolsonaro, foram exibidas imagens e voz criadas por inteligência artificial de Jair Bolsonaro pedindo apoio ao filho.
A declaração é uma resposta ao questionamento feito na terça-feira, 28, por Alexandre de Moraes.
O ministro queria saber se o ex-presidente tinha sido consultado previamente sobre o vídeo e se havia autorizado a exibição.
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Thu, 30 Jul 2026 - 5604 - Carlos Andreazza: ‘O tribunal eleitoral paralelo de Alexandre de Moraes’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu 48 horas para que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifeste se ele autorizou ou não a produção e veiculação de um vídeo feito com inteligência artificial divulgado durante a convenção do PL que lançou o filho, Flávio Bolsonaro, à Presidência da República.
O vídeo mostra Bolsonaro fazendo um discurso em favor do filho.
Na decisão, Moraes apontou que “a eventual concordância de JAIR MESSIAS BOLSONARO com a divulgação de um vídeo produzido por IA, e amplamente divulgado nas redes sociais, contendo sua imagem e declarações ostensivamente político-eleitorais constituiria nova e grave transgressão à decisão judicial, poucos dias após ser sancionado, e passível de reversão da prisão domiciliar humanitária para o regime fechado.”
Por outro lado, segundo o ministro, “se não houve autorização do custodiado JAIR MESSIAS BOLSONARO para utilização de sua imagem e voz para declarações político-eleitoral, além de constituir desrespeito à ordem judicial por FLÁVIO NANTES BOLSONARO e pelo Partido Liberal (PL), tal conduta poderá tipificar a denominada ‘deep fake’, prática expressamente vedada pela legislação eleitoral, uma vez que, haverá a caracterização de criação ou divulgação de conteúdo sintético destinado a associar artificialmente a imagem, a voz ou a manifestação de determinada pessoa a candidato, partido ou causa política, sem sua expressa autorização”.
Durante o lançamento da candidatura de Flávio, o partido exibiu o vídeo que simulava a imagem e a voz do ex-presidente, que está em prisão domiciliar.
O ministro lembrou ainda que, em decisão recente após a divulgação de uma carta de Jair Bolsonaro por Flávio, determinou a proibição da divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado.
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Wed, 29 Jul 2026 - 5603 - Carlos Andreazza: ‘Lula escolhe Trump como adversário em 2026’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula e da relação conturbada entre Brasil e EUA.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta segunda-feira, 27, um pedido de consultas aos Estados Unidos no âmbito do sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa do tarifaço imposto por Trump ao País.
A decisão foi comunicada em nota pelo Ministério das Relações Exteriores.
O pedido refere-se às duas medidas tarifárias adotadas pelos EUA na semana passada sob a Seção 301 da sua Lei de Comércio de 1974.
A primeira, resultante de investigação específica sobre o Brasil, impôs tarifa adicional de 25% ao País.
O governo já havia anunciado que acionaria a OMC, que se encontra enfraquecida.
Além disso, é estudado o uso da Lei da Reciprocidade — o que não significa, necessariamente, que alguma medida será adotada nesse sentido neste momento.
Integrantes da diplomacia ouvidos pelo Estadão/Broadcast afirmaram que o posicionamento foi necessário para que ficasse claro o descontentamento com a medida.
A partir de agora, será traçado caminho cuidadoso para identificar formas de aplicação da Lei de Reciprocidade sem que haja riscos para o mercado interno.
Além disso, como mostrou o Estadão, o governo Lula quer segurar medidas de reciprocidade até as eleições para não dar palanque ao senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula.
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Tue, 28 Jul 2026 - 5602 - Carlos Andreazza: ‘A convenção nacional de Jair Bolsonaro e o cavalo Flávio’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a convenção Nacional do PL.
Numa convenção com projeção internacional e chapa incompleta, o Partido Liberal (PL) lançou neste sábado, 25, a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
A defesa do legado de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), e o destaque estratégico dado às mulheres no palco marcaram as três horas de evento.
Ausente, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro prorrogou o clima de reconciliação com o enteado ao enviar um vídeo de apoio, antes de o presidente da Argentina, Javier Milei, levantar o público com um discurso de meia hora com ataques a Lula e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem se referiu como um “lixo”.
Flávio prometeu que, em 2027, Bolsonaro “vai subir aquela rampa do Planalto junto com a gente”.
A convenção do PL exibiu também um vídeo gerado por inteligência artificial que simulava a imagem e a voz do ex-presidente Bolsonaro para declarar apoio ao senador.
Logo no início da mensagem, o vídeo informava que se tratava de uma simulação.
“Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz, feita com inteligência artificial”, dizia a gravação.
O vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro gerado por inteligência artificial pode render questionamentos judiciais para a campanha do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
A avaliação é de especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo Estadão.
Durante o lançamento da candidatura de Flávio, o partido exibiu o vídeo que simulava a imagem e a voz do ex-presidente, que está em prisão domiciliar.
No vídeo, a simulação de Bolsonaro manifestava apoio à candidatura do filho e pedia que seus apoiadores recebessem Flávio de “braços abertos”.
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Mon, 27 Jul 2026 - 5601 - Start #438 com Daniel Gonzales: Da reação à predição - como a IA muda a experiência do cliente na saúde
Em praticamente qualquer segmento de negócio, conhecer o cliente apenas com base em seu relacionamento já deixou, há muito tempo, de ser um diferencial. O que faz uma empresa se destacar, agora, é entender comportamentos, antecipar necessidades e oferecer respostas certas, de forma personalizada, antes mesmo de um contato ou solicitação, com a inteligência artificial atuando em todas as etapas desse processo. Em uma operadora de planos de saúde voltada principalmente para pessoas com 49 anos ou mais, com foco especial no público 60+, e operação em modelo centrado no envelhecimento saudável, medicina preventiva e acompanhamento contínuo, esse desafio passa a ser ainda maior - a inteligência e a inovação devem permear todas as fases dessa relação, em múltiplos canais de atendimento, lidando com inúmeros perfis de clientes, tudo com o desafio não perder de vista o contato humano. Nesta semana, no Start, o apresentador Daniel Gonzales conversa sobre o tema com Barbara Feitosa, líder Customer Experience e Retention Manager da MedSênior. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 25 Jul 2026 - 5600 - Carlos Andreazza: 'Mendonça autoriza investigação sobre Flávio. Mas e as relações entre Vorcaro e ministros do STF?' Veja o Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 24,Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para apurar repasses do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para o filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, trocou mensagens com Vorcaro pedindo dinheiro para ajudar bancar a produção. Mensagens por escrito e áudio dos contatos de Flávio com o dono do Banco Master foram reveladas pelo site Intercept Brasil. Flávio afirmou que a solicitação foi para patrocínio e não houve irregularidades.
Mendonça autorizou a instauração da investigação a pedido da PF e com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, entendeu ter elementos para a abertura da investigação.
E a Polícia Federal também tem suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas dos recursos utilizados para financiar o filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro.
O valor vultoso e o complexo caminho do dinheiro despertou dúvidas entre os investigadores.
São mais de R$ 61 milhões que saem da Entre Investimentos, que pertence a Daniel Vorcaro, do Banco Master, e chegam a um fundo no Texas, controlado por advogado próximo do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para depois retornar ao Brasil para a Go Up Entertainment, ligada à empresária Karina Ferreira Gama.
A PF quer saber a origem dos recursos, se vêm das fraudes perpetradas pelo Banco Master, e no que foram realmente utilizados, se acabaram pagando as despesas de Eduardo nos Estados Unidos.
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Fri, 24 Jul 2026 - 5599 - ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a fase que vive o filho 01 de Jair Bolsonaro.
O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu R$ 500 mil de uma empresa, cujo dono está envolvido no esquema do Banco Master, de Daniel Vorcaro.
A relação aparece em uma nota fiscal, emitida em 9 de abril de 2025 pelo escritório de advocacia que leva o nome do senador.
O documento, revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo Estadão, indica que Flávio Bolsonaro, que é advogado, prestou serviço de “assessoria jurídica” à empresa Contábil Correa Contabilidade & Auditoria LTDA.
A empresa tem como sócio-administrador Rogério Lourenço Novo, que também é diretor da Copenhagen e Assessoria e Consultoria S.A, empresa do conglomerado do Master.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador confirmou ter prestado serviços de advogado para Contabil Correa por meio de um contrato privado e legal.
O presidenciável, porém, não explicou quais teriam sido os serviços jurídicos e disse que estão tentando “marginalizar a advocacia”
Em outra frente, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) criticaram as declarações do senador sobre urnas eletrônicas em encontro com embaixadores.
Durante o evento, o senador pediu que os países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para as eleições.
Já no Rio de Janeiro, o ex-governador do Estado, Anthony Garotinho (Republicanos-RJ), disse à Coluna do Estadão que gravou um vídeo negando a participação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na chamada “noite das astronautas”, uma suposta festa sexual promovida por Daniel Vorcaro, a pedido do próprio presidenciável do PL.
Procurado, Flávio não se pronunciou.
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Thu, 23 Jul 2026 - 5598 - Andreazza: ‘Flávio Bolsonaro e as informações falsas sobre urnas eletrônicas’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu, durante um encontro com embaixadores estrangeiros, que seus países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para supervisionar as eleições brasileiras em outubro.
“Não estou questionando o sistema de eleição brasileiro, mas que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possíveis para nossa eleição e pessoas que têm conhecimento sobre essa tecnologia”, declarou, durante reunião organizada pela agência Novo Selo Comunicação e pelo site The Brazilian Report, nesta terça-feira, 21, em Brasília.
Representantes das embaixadas no Brasil dos Estados Unidos, China, Israel, Alemanha e Reino Unido - além de outros 35 países - estavam presentes no evento.
Em seu discurso, Flávio afirmou que um documento da CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, apontou manipulação nas eleições venezuelanas de 2010: “Uma das suspeitas é que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana, uma das suspeitas é que tenha havido uma programação para alteração das votações naquele país nas eleições de 2010”, disse.
“Só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras têm a mesma origem dessa empresa venezuelana”, frisou.
Em 2020, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma nota em que nega o uso de aparelhos da Smartmatic: “São falsas as mensagens que circulam nas redes sociais segundo as quais a empresa Smartmatic fornece urnas eletrônicas ou softwares utilizados em urnas no Brasil.
Todo o projeto da urna eletrônica brasileira e do sistema eletrônico de votação foi concebido e é gerido inteiramente pela Justiça Eleitoral do país”, escreveu a Corte.
Flávio disse ainda que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está preso justamente por um encontro com diplomatas.
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Wed, 22 Jul 2026 - 5597 - Carlos Andreazza: ‘Gonet, que é Gilmar, investe na intimidação a senador’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a relação turbulenta entre o judiciário e o legislativo.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) classificou como “mais uma tentativa absurda e ilegal de intimidação” um despacho de Paulo Gonet.
O procurador-geral da República encaminhou à Procuradoria Eleitoral de Sergipe uma representação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o parlamentar.
“Tomei ciência através da imprensa de despacho do PGR que encaminha à procuradoria eleitoral regional a representação feita pelo ministro Gilmar Mendes que me acusa de abuso por conta da proposta de indiciamento por crime de responsabilidade que apresentei no relatório da CPI do crime organizado”, afirmou Vieira no X.
Gilmar Mendes disse ainda que o relator “se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal”.
O ministro Dias Toffoli, por sua vez, defendeu que a justiça eleitoral cassasse políticos com atuação voltada à intenção meramente eleitoral.
O parlamentar afirma que a advocacia do Senado pediu para acessar os autos, mas não conseguiu.
Uma cópia, porém, teria sido enviada à imprensa.
O Ministério Público Federal diz que o processo corre em sigilo.
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Tue, 21 Jul 2026 - 5596 - Andreazza: Moraes aplica o ‘Direito Xandônico’ para calar Bolsonaro absolutamente | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre as restrições impostas ao ex-presidente Bolsonaro.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro descumpriu medidas cautelares e, com isso, proibiu que ele receba visitas e também faça a divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, independente dos meios utilizados.
Os únicos autorizados a se encontrar com Bolsonaro, além dos familiares que moram com ele, são médicos e advogados que já prestam atendimento.
O ministro, porém, manteve Bolsonaro em prisão domiciliar humanitária.
A decisão deve inviabilizar a visita do presidente argentino Javier Milei, que a defesa de Bolsonaro pediu para que aconteça no sábado, dia 25.
A decisão de Moraes foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ler nas redes sociais uma carta em que Bolsonaro o coloca como porta-voz.
Após questionamento de Moraes sobre a possível violação da determinação de não se manifestar nas redes, inclusive por terceiros, a defesa de Bolsonaro alegou que ele não sabia que a carta seria “publicizada”.
Moraes, porém, rejeitou os argumentos.
O ainda senador Flávio Bolsonaro, presidenciável do PL, lançou uma ferramenta de inteligência artificial (IA), a MarIA, com o mesmo nome da inaugurada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2024, durante a presidência do ex-ministro Luís Roberto Barroso.
A “coincidência” surpreendeu magistrados, acostumados às críticas que o senador faz à Corte.
Procurado, Flávio ainda não respondeu.
A MarIA da campanha do senador é uma assistente virtual de IA voltada para o público feminino.
Como explicou o pré-candidato no X, ela vai “acompanhar medidas protetivas, agendar mamografias, encontrar apoio psicológico”, além de ajudar em oportunidades de emprego.
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Mon, 20 Jul 2026 - 5595 - Start #437 com Daniel Gonzales: IA agêntica impulsiona o “governo Zero Clique”
Imagine um serviço público que funciona antes mesmo de o cidadão precisar pedir. Essa é a proposta do chamado "Governo Zero Clique": usar dados, integração entre sistemas e inteligência artificial agêntica para reduzir ao mínimo a burocracia e fazer com que muitos serviços aconteçam de forma automática, simples e quase invisível para a população. Mas até onde esse modelo pode chegar? E quais são os desafios para transformar essa ideia em realidade? Uma das empresas que está à frente desse movimento é a Gove, uma govtech fundada em 2016 que desenvolve soluções para a gestão pública. Presente em 22 estados brasileiros, a empresa atende centenas de municípios e estima já ter impactado mais de 16 milhões de pessoas com plataformas que automatizam serviços públicos e utilizam IA, inclusive pelo WhatsApp. Para entender como essa tecnologia está mudando a gestão municipal e quais são os próximos passos do governo digital, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, o CEO da Gove, Rodolfo Fiori. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 18 Jul 2026 - 5594 - Carlos Andreazza: 'Encaixotado, Flávio Bolsonaro vai radicalizar'
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Fri, 17 Jul 2026 - 5593 - Andreazza: 'Para quem vai a conta política do tarifaço, e a boca do jacaré nas pesquisas eleitorais'
O Escritório do Representante Comercial dosEstados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, em comunicado publicado no fim da noite de quarta-feira, 15. A taxação é uma punição por práticas comerciais consideradas desleais pelo governo americano. A entrada em vigor da cobrança está programada para a próxima quarta-feira, 22.
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Thu, 16 Jul 2026 - 5592 - Carlos Andreazza: 'A partir dos atos de Moraes, algumas questões que Flávio Bolsonaro precisa responder'
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Wed, 15 Jul 2026 - 5591 - Carlos Andreazza: 'Moraes decreta o silenciamento absoluto de Bolsonaro no ano eleitoral'
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Tue, 14 Jul 2026 - 5590 - Dino é Dino. Valdemar é Valdemar. Coexistem. E ainda: a cartinha de Bolsonaro
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Mon, 13 Jul 2026 - 5589 - Start #436 com Daniel Gonzales: dados, IA e decisões, a nova engenharia da construção e das smart cities
Depois da corrida para experimentar a inteligência artificial, diversos segmentos de negócios já vivem uma fase mais importante: a de gerar resultados concretos. No episódio do Start desta semana gravado no Construsummit - um dos principais eventos brasileiros dedicados à inovação, tecnologia e transformação digital na construção civil, que reúne líderes do setor para discutir inteligência artificial, dados, industrialização, novos modelos de negócios e o futuro das cidades - você ouve a conversa com três especialistas sobre como a IA está mudando a gestão do setor, da análise de dados ao planejamento de obras, da redução de custos ao uso de agentes inteligentes, passando pelos desafios de formar profissionais preparados para esse novo cenário. O apresentador Daniel Gonzales recebe Guilherme Quandt, Gabriela Torres e Gustavo Martins, que compartilharam insights sobre inovação, produtividade, cidades inteligentes e o futuro de um dos setores mais importantes da economia. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 11 Jul 2026 - 5588 - Andreazza: A máfia intimidatória de Vorcaro; e a influência da família Mendes na CBF
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Fri, 10 Jul 2026 - 5587 - Familismo no STF: o caso do filho prodígio de Nunes Marques | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal Kassio Nunes Marques e seu filho, o advogado Kevin de Carvalho Marques.
Informações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), encaminhadas à CPI do Crime Organizado do Senado e reveladas pela Folha de S.Paulo, indicam uma forte expansão do patrimônio do advogado filho do ministro em 2025.
Em pouco mais de dois anos de carreira, Kevin de Carvalho Marques, passou a deter R$ 27,7 milhões aplicados em fundos de investimento.
Outro caso envolvendo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Nunes Marques, determinou o retorno do deputado federal Alex Manente (SP) à presidência nacional do Cidadania até as eleições.
A liminar atendeu recurso diretório nacional do partido e suspendeu os efeitos de uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) da semana passada, que invalidou a eleição para o comando da legenda.
Para o ministro, manter o entendimento da Justiça do Distrito Federal poderia comprometer a organização interna da sigla para as eleições, uma vez que as convenções partidárias estão marcadas para começar em 20 de julho.
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Thu, 09 Jul 2026 - 5586 - Andreazza: ‘Gilmar Mendes cartola. E Flávio Bolsonaro tentando lavar o discurso’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes e de Flávio Bolsonaro.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, usou seu perfil no X para postar uma mensagem sobre a eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo de 2026.
Sob a presidência de Samir Xaud, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) manteve a tradição de empoderar cartolas ligados a lideranças políticas e envolveu nas suas principais iniciativas o instituto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro citou e agradeceu a todos os jogadores titulares e reservas da seleção, e elogiando o técnico Carlo Ancelotti.
Gilmar também declarou que Neymar emocionou o Brasil com talento, categoria e gols que marcaram época.
“Ao representar o Brasil em quatro Copas do Mundo (2014, 2018, 2022 e 2026), nos emocionou com seu talento, categoria e gols que marcaram época.
Já na política, a participação do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na audiência pública em Washington (EUA) sobre a investigação de supostas práticas desleais adotadas no comércio pelo Brasil foi “deslocada do ambiente técnico”.
A avaliação é de empresários brasileiros e representantes do setor privado que participaram dos painéis do dia, ouvidos pelo Estadão/Broadcast.
Alguns interlocutores classificaram a atuação do senador como “constrangedora”.
Flávio Bolsonaro apostou em um discurso político e de ataques ao governo Lula durante a sua apresentação.
De acordo com interlocutores, o senador focou a fala em três temas: regulação das redes sociais, a corrupção no Brasil e a defesa do Pix.
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Wed, 08 Jul 2026 - 5585 - Andreazza: Lula não joga parado ante a fragilidade da campanha de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a disputa polarizada na eleição deste ano.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro inventam narrativas falaciosas sobre o provável tarifaço dos Estados Unidos para enrolar os eleitores brasileiros, que vão escolher entre os dois no pleito de outubro.
Em diversas manifestações públicas, Lula se refere a Flávio e seu irmão Eduardo Bolsonaro, como “traidores da pátria”.
Em nota recente nas redes sociais, o presidente disse que a família “defendeu publicamente o aumento de tarifas contra produtos brasileiros”.
Em outra frente, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pagou R$ 33,89 bilhões em emendas parlamentares em 2026 até o dia 4 de julho.
É o maior valor da história em um período pré-eleitoral e supera tudo que foi repassado no ano de 2022 inteiro, nas últimas eleições presidenciais.
Procurada, a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República afirmou que a “execução de recursos orçamentários é feita de acordo com a legislação e as determinações do Supremo Tribunal Federal, observada a aprovação técnica das propostas pelos órgãos responsáveis pela sua execução, bem como a disponibilidade orçamentária e financeira”.
Do outro lado, a Justiça do Distrito Federal negou dois pedidos do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) para apagar vídeos de opositoras que lhe chamaram de “o filho mais corrupto de Bolsonaro” e ser indenizado em R$ 160 mil por danos morais.
Nas decisões, os dois juízes alertaram para o risco de censura.
Flávio moveu as ações em maio contra Manuella Tyler, pré-candidata a deputada federal pelo PSB da Bahia, e Camila Moreno, secretária-adjunta de Comunicação do PT.
Os processos continuam tramitando.
Procurado, o presidenciável não comentou.
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Tue, 07 Jul 2026 - 5584 - Caso Master: ‘O vazador investigado. Está certo. E o vazamento?’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as investigações sobre os vazamentos das informações dos ministros do STF no caso do Banco Master.
A Polícia Federal informou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter identificado que o perito criminal da corporação, João Cláudio Nabas, produziu dois arquivos intitulados “Moraes.pdf” e “Toffoli e esposa.pdf” a partir de citações aos dois ministros encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro e sugeriu a colegas da própria PF o vazamento do material.
As informações fazem parte da investigação aberta pela PF por ordem de Mendonça para apurar vazamentos do celular de Vorcaro e que resultaram no cumprimento de busca e apreensão contra Nabas em maio, por suspeitas de violação do sigilo funcional.
Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mostrou o dedo do meio para quem “acha que pobre não gosta de coisa boa”.
O ato aconteceu nesta sexta-feira, 3, durante evento no Palácio do Planalto.
“Nós vamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles. Nós gostamos de ‘coisa boa’.
Nós queremos tudo de primeira: comida de primeira, roupa de primeira, viajar de primeira, dentista de primeira, médico de primeira”, disse o presidente.
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Mon, 06 Jul 2026 - 5583 - Start #435 com Daniel Gonzales: IA no SUS reduz faltas, aumenta eficiência e reduz desperdício
O Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta um desafio conhecido por milhões de brasileiros: filas longas para consultas e exames. Mas existe um problema menos visível que agrava esse cenário: o não comparecimento de pacientes, que deixa médicos ociosos, equipamentos parados e vagas perdidas, enquanto outras pessoas continuam esperando atendimento. Uma plataforma brasileira baseada em inteligência artificial promete mudar essa lógica: a tecnologia já recuperou mais de 658 mil vagas no SUS, economizou mais de R$ 53 milhões aos cofres públicos e ainda usa IA para prever quem tem maior chance de faltar e reorganizar a fila em tempo real. Para falar dessa tecnologia inovadora, o apesentador Daniel Gonzales conversa com Levi Nóbrega, fundador da Beyond, no Start dessa semana. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 04 Jul 2026 - 5582 - Andreazza: Tudo sendo investigado, menos relações de Moraes e Toffoli com Vorcaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre as investigações do Caso Master e suas ramificações com ministros do Supremo.
A Polícia Federal informou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), ter identificado que o perito criminal da corporação, João Cláudio Nabas, produziu dois arquivos intitulados “Moraes.pdf” e “Toffoli e esposa.pdf” a partir de citações aos dois ministros encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro e sugeriu a colegas da própria PF o vazamento do material.
As informações fazem parte da investigação aberta pela PF por ordem de Mendonça para apurar vazamentos do celular de Vorcaro e que resultaram no cumprimento de busca e apreensão contra Nabas em maio, por suspeitas de violação do sigilo funcional.
Ele foi afastado de suas funções após a operação.
Os documentos compilaram diálogos e menções aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli presentes no celular do banqueiro.
Um deles incluía trechos do contrato de R$ 129 milhões do Banco Master com a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
Os depoimentos de policiais federais que faziam parte da investigação apontam que Nabas, após produzir os documentos, sugeriu à equipe o vazamento à imprensa.
Os investigadores não concordaram com a sugestão, mas dias depois os detalhes do contrato da esposa de Moraes foram divulgados pela imprensa.
Como mostrou o Estadão, Viviane encaminhou o contrato diretamente no WhatsApp do banqueiro.
Na política, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, fez críticas a membros do clã Bolsonaro nesta quinta-feira, 2.
Ele repreendeu Michelle e Flávio por condutas relacionadas a Daniel Vorcaro e ao caso Master.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro vivem uma guerra familiar e política. Ela publicou vídeos onde acusa o parlamentar de a humilhar, o que gerou uma crise na campanha à Presidência do enteado.
Na última sexta-feira, 29, em meio ao conflito, Michelle republicou trecho de um outro vídeo, mas que foi interpretado como uma indireta provocativa à Flávio.
Tratava-se de um corte do podcast onde Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro, afirma possuir vídeo de festa sexual promovida por Daniel Vorcaro.
No post, Michelle escreveu: “a verdade de Jesus vai prevalecer”.
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Fri, 03 Jul 2026 - 5581 - Andreazza: ‘Esposa de Moraes mandando minuta de contrato diretamente a Vorcaro. Vai passar batido?’
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre a confusão instalada no PL e na pré-campanha à presidência de Flávio Bolsonaro.
A senadora Damares Alves criticou os ataques machistas sofridos por ela e por Michelle Bolsonaro nos últimos dias por aliados de Flávio Bolsonaro.
Ao comentar a violência política contra mulheres em reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Damares lembrou que tanto quadros de esquerda como de direita sofrem com ataques feitos por homens.
A senadora também respondeu a uma fala do conselheiro do senador Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, que disse que “mulher vota mal para caralho”.
O influenciador fugiu para os Estados Unidos para não ser julgado pela Justiça brasileira.
“Chegaram ao absurdo de colocar em dúvida se a mulher tem capacidade de votar.
Nós estamos chegando ao poder, e tem gente que não suporta isso”, afirmou.
As ofensas começaram depois que Michelle divulgou um vídeo no qual criticou a postura de Flávio, que por telefone teria humilhado e desrespeitado a madrasta.
Já o blogueiro Paulo Figueiredo, conselheiro do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), disse que o pré-candidato agiu com “vitimismo” ao se dizer ofendido por suas declarações de que “mulher vota mal para caralho”. Figueiredo também voltou a atacar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que acusou Flávio de humilhação: “Que praga”.
“Flávio dizer que se sentiu ofendido já é vitimismo, foi um exagero. Odeio gente que se vitimiza”, disse Figueiredo durante uma live.
Na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do seu governo no Senado, como um “companheiro de longa data” e disse que “nem todo irmão é amigo, mas todo amigo é um irmão”.
A fala foi feita uma semana após Wagner deixar o cargo de líder do governo Lula. O senador foi alvo da Polícia Federal na Operação Compliance Zero.
Os investigadores apontam qeu ele teria recebido um apartamento de R$ 2,5 milhões e propina de R$ 3,5 milhões para beneficiar o Master no Parlamento.
Ele nega.
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Thu, 02 Jul 2026 - 5580 - Carlos Andreazza: ‘Michelle puxa fila e aposta na derrota de Flávio Bolsonaro’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre a crise no clã Bolsonaro entre o filho 01 do ex-presidente e a ex-primeira-dama.
Duas ex-ministras do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, as senadoras Tereza Cristina (PP-MS) e Damares Alves (Republicanos-DF), além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, vão esvaziar o encontro de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com mulheres nesta quarta-feira, 1, em Brasília.
Elas não devem comparecer ao evento, e nos bastidores manifestaram incômodo com o silêncio do presidenciável do PL em relação aos ataques machistas feitos por seu conselheiro político, Paulo Figueiredo.
O blogueiro disse na terça-feira, 29, que “mulheres votam mal para caralho”.
O ex-presidente Jair Bolsonaro definiu sua esposa como “Incontrolável”, a aliados, em mais de uma ocasião.
Muito antes do vídeo em que a ex-primeira-dama acusou o senador Flávio Bolsonaro, seu enteado, de humilhá-la ao telefone, o ex-presidente já havia afirmado a dirigentes do PL que ela jamais poderia ser candidata à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ainda anunciou que vai deixar a presidência do PL Mulher, setorial do partido voltado para o público feminino.
Ela diz que vai se dedicar aos cuidados do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A decisão foi tomada após uma reunião de cerca de duas horas com o presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, e vem na esteira da crise provocada entre ela e o enteado Flávio Bolsonaro.
A senadora Damares Alves tenta apaziguar os ânimos no núcleo de poder bolsonarista.
Foi a primeira a saber, por exemplo, que a ex-primeira-dama deixaria o comando do PL Mulher, mas, ao lado da governadora do Distrito Federal, Celina Leão, conseguiu convencê-la a não se desfiliar do partido.
Mesmo assim, ela ainda ameaça não concorrer ao Senado.
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Wed, 01 Jul 2026 - 5579 - Carlos Andreazza: ‘STF afrouxa para penduricalhos. Quem pode, pode’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), que já tem nove votos a favor para liberar o pagamento de parte dos “penduricalhos” a magistrados e membros do Ministério Público (MPs).
Esses benefícios são verbas indenizatórias pagas além da remuneração formal e que, em alguns casos, ultrapassam o teto do funcionalismo público, atualmente no valor de R$ 46.366,19.
Em março, o Supremo havia barrado esses pagamentos, mas uma chuva de embargos de declaração levou ao julgamento atual desses recursos, em sua maioria movidos por associações de profissionais das categorias afetadas.
Na sexta-feira, 26, os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes haviam apresentado um voto conjunto para esses embargos de declaração no qual flexibilizaram algumas das restrições impostas em março.
O ministro Edson Fachin acompanhou o voto na mesma data. No sábado, 27, Luiz Fux concordou com os colegas em alguns dos pontos, formando assim o placar parcial de 6 votos favoráveis à liberação.
Nesta segunda-feira, 29, votaram os ministros Dias Toffoli, André Mendonça e Nunes Marques.
Todos também concordando na ampliação dos penduricalhos para além dos limites sugeridos por Dino, Moraes, Zanin e Gilmar.
Falta apenas o voto de Cármen Lúcia para o encerramento do julgamento.
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Tue, 30 Jun 2026 - 5578 - Carlos Andreazza: ‘Gilmar Mendes faz espantoso alerta a Lula’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, que fez um curioso alerta ao presidente Lula.
O ministro do STF, Gilmar Mendes, deu um alerta ao presidente Lula sobre as eleições deste ano.
As informações são da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo.
De acordo com a publicação, o decano do STF não esconde a preocupação com as críticas que a Corte vem sofrendo por conta das investigações envolvendo o Banco Master.
O ministro chamou a atenção de Lula pelas recentes declarações sobre o STF e lembrou que “será o Supremo quem vai, se for preciso” fiscalizar o TSE durante as eleições.
Durante as eleições, a Corte Eleitoral será comandada pelos ministros Nunes Marques e André Mendonça, respectivamente presidente e vice.
Os dois foram indicados por Jair Bolsonaro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para liberar o pagamento de parte dos “penduricalhos” a magistrados e membros do Ministério Público (MPs). Esses benefícios são verbas indenizatórias pagas além da remuneração formal e que, em alguns casos, ultrapassam o teto do funcionalismo público, atualmente no valor de R$ 46.366,19.
Em março, o Supremo havia barrado esses pagamentos, mas uma chuva de embargos de declaração levou ao julgamento atual desses recursos, em sua maioria movidos por associações de profissionais das categorias afetadas.
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Mon, 29 Jun 2026 - 5577 - Start #434 com Daniel Gonzales: dos postes aos dados, a revolução que ilumina as cidades inteligentes
Nos últimos anos, a iluminação pública deixou de ser apenas uma questão de eficiência energética para se tornar uma das principais portas de entrada para as cidades inteligentes. Com avanços em conectividade, monitoramento urbano e integração de serviços públicos, os municípios brasileiros começam a desenhar uma nova infraestrutura digital. Pelo País, 135 municípios com concessões de iluminação pública já contam com sistemas de telegestão, enquanto dezenas de projetos avançam na integração de novos serviços inteligentes. O desafio vai além da tecnologia: planejamento, governança e capacidade de planejamento são fundamentais para que as cidades aproveitem todo o potencial dessa transformação. Para falar sobre os desafios e as oportunidades desse cenário, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, Pedro Iacovino, presidente da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Iluminação Pública, a ABCIP. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.
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Sat, 27 Jun 2026 - 5576 - Andreazza: ‘Michelle, Flávio Bolsonaro e o purosanguismo bolsonarista’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Michelle Bolsonaro.
No dia 24 de junho, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou dois vídeos acusando seu enteado, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro, de traí-la, desrespeitá-la e maltratá-la por telefone. Flávio pediu desculpas publicamente, afirmando que não tinha a intenção de ofendê-la. No dia seguinte, Michelle adotou um tom conciliatório, dizendo que não guarda rancor de ninguém.
O episódio pegou os aliados de Flávio de surpresa e revelou problemas internos ainda maiores do que já se sabia. É, certamente, um revés para quem precisa conquistar apoio entre as mulheres e consolidar sua vantagem entre os evangélicos.
Já Eduardo Girão (Novo-CE), senador e pré-candidato ao governo do Ceará, agradeceu o apoio de Michelle Bolsonaro nesta quinta-feira, 25. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o senador disse trabalhar sem “negociatas” e que princípios são inegociáveis.
As declarações são um recado a integrantes do PL que decidiram apoiar Ciro Gomes (PSDB) na disputa pelo governo do Ceará, contrariando a posição de Michelle.
“Tenho fé que os cearenses mereçam um governo que não troca princípios por cargos mas que coloca a verdade e a justiça acima de tudo”, afirmou o candidato.
No Governo, o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, comemorava que sua estratégia de redução de danos havia funcionado com o anúncio da saída de Jaques Wagner (PT) da liderança do governo no Senado.
Mas nem em seus melhores sonhos Sidônio poderia imaginar o vídeo em que Michelle Bolsonaro disse ter levado uma “punhalada” do enteado Flávio.
A ex-primeira-dama deu um presente de valor inestimável para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição ao escancarar a crise nas fileiras do bolsonarismo. E o PT saberá explorar bem o episódio para obter dividendos políticos.
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Fri, 26 Jun 2026 - 5575 - Andreazza: O peso das palavras de Michelle sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que transformou um possível apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em acerto de contas.
Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira, 24, a presidente nacional do PL Mulher relatou que o enteado a humilhou por telefone.
Não deixou dúvidas de que a relação entre eles se dilacerou de vez.
O pano de fundo mencionado foi a briga, que se arrasta desde dezembro, em razão das articulações para a composição do palanque no Ceará.
“Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone.
E eu não tinha feito nada contra ele.
Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido.
Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política”, afirmou Michelle.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira, 24, que “nada nem ninguém” o aborrece. A declaração foi dada após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatar ter sido humilhada pelo pré-candidato à Presidência.
A tranquilidade de Flávio seria por conta do jogo do Brasil pela Copa do Mundo. A fala ocorreu durante transmissão ao vivo pré-jogo.
Na live, Flávio apareceu ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro e usou uma máscara com o rosto do jogador Neymar Jr.
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Thu, 25 Jun 2026 - 5574 - Carlos Andreazza: ‘Gilmar Mendes e o gilmarmendismo no caso Master’ | Estadão Analisa
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirmou que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master.
A declaração, dada em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, ocorreu após Gilmar ser questionado sobre a atuação de Mendonça na relatoria do caso do Banco Master.
Gilmar argumentou que o acordo de colaboração premiada deve ser firmado entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o investigado, acompanhado por seus advogados.
Na avaliação de juristas ouvidos pelo Estadão, as declarações do ministro no programa ultrapassaram os limites impostos a magistrados pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), norma que veda a juízes comentar publicamente processos pendentes de julgamento ou fazer juízo depreciativo sobre decisões judiciais.
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Wed, 24 Jun 2026
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