Nach Genre filtern
Perseguindo a ideia de Lawrence Ferlinghetti - "a poesia é a distância mais curta entre duas pessoas" - esperamos, através das escolhas poéticas dos nossos convidados, ficar mais perto deles e conhecê-los melhor. Usamos o verso de Luiza Neto Jorge “O Poema Ensina a Cair” para dar título a este podcast sobre os poemas da vida dos nossos convidados. Um projecto da autoria de Raquel Marinho. "Melhor podcast de Arte e Cultura" pelo Podes 2021 - Festival de Podcasts.
- 346 - Madalena Sá Fernandes: "Para mim, um bom poema é um poema que me inquieta, que não percebo totalmente e quero perceber, que me desconcerta, que me perturba."
"Na escola, assim que percebi que havia poesia, quis logo começar a imitar. E então, na altura, as composições que eu fazia eram sempre poesia."
Madalena Sá Fernandes nasceu em Lisboa, em 1993. Licenciou-se em Línguas, Literaturas e Culturas pela Universidade Nova de Lisboa.
É cronista no jornal Público.
O seu primeiro livro, Leme, vai na 8ª edição.Poemas:
Três, Anne Carson
Alfabeto, Inger Christensen
Para Claude, Nuno Júdice
After great pain, a formal feeling comes, Emily Dickinson
Homenagem à Literatura, Fiama Hasse Pais Brandão
O Problema da Habitação, Ruy Belo
Fri, 12 Dec 2025 - 1h 32min - 345 - Pedro Abrunhosa: "Muitas vezes, a poesia serve de espoleta para a minha própria escrita."
"Estar no meio da floresta a ouvir o vento na copa das árvores, ou os pássaros, ou a chuva. É silencio. O silencio é isso. Não é ausência, não é o vazio. É a presença de qualquer outra coisa."
Pedro Abrunhosa é um dos artistas e escritores de canções mais reconhecidos do nosso país. Nasceu em 1960, e começou a estudar música muito cedo.
Contrabaixista, fundador da Escola de Jazz do Porto, estreou-se aos 34 anos com o disco Viagens, eleito, em 2024,o Melhor Disco da Música Portuguesa dos últimos 40 anos por júri da BLITZ com 170 personalidades.
Acaba de lançar um livro que inclui todas as letras que escreveu desde o início da carreira artística chamado Vem Abrir a Porta à Noite, edição Contraponto. Para guiar a nossa conversa escolheu, como costuma acontecer aqui, alguns dos poemas de que mais gosta. São eles:
José Tolentino Mendonça – Paga-me um café e conto-te a minha vida
José Gomes Ferreira – nunca encontrei um pássaro morto nafloresta
Daniel Faria - Estuário
Canção – Jorge Sousa Braga
Ana Hatherly – Esta gente, essa gente
Jorge de Sena – No país dos sacanas
David Mourão-Ferreira – E por vezes
Fernando Assis Pacheco – Este ministro é um mentiroso
Renato Filipe Cardoso – Amor nominal bruto
Miguel Martins – Da Literatura
Golgona Anghel – somos daqueles que limpam os ouvidos com a chave do Mercedes
Rita Neto - Petingas em promoção
Fri, 05 Dec 2025 - 1h 25min - 344 - Fernanda Fragateiro: Eu acho que a poesia é a flexibilidade máxima. Não tem fim. A poesia é uma linha. Ler um poema é como pegares numa linha que não tem fim."
"Eu fui absorvida completamente. Ou seja, não seria possíveleu continuar muito mais tempo a trabalhar neste projeto ou noutro do género porque, se calhar, teria de voltar as costas ao resto. E não sei se, a um dado momento, não decidiria voltar as costas ao resto."
A artista plástica Fernanda Fragateiro está esta semana no podcast, porque foi uma das artistas convidadas a integrar o programa cultural do Jubileu 2025, da Igreja Católica, através do projeto internacional ‘Portas da Esperança’, que visa assinalar o Jubileu no âmbito das prisões unindo arte e reinserção social.
Em Portugal, as residências artísticas foram promovidas pela Zet Gallery, em 2 estabelecimentos prisionais. O artista moçambicano Elídio Candja esteve no de Leiria, e Fernanda Fragateiro esteve na ala das mães do Estabelecimento Prisional de Tires.
Nesta intervenção, que decorreu ao longo de várias semanas em diferentes workshops, Fernanda Fragateiro usou poesia portuguesa para dar outra cor e significado aos espaços da prisão, e também às celas das reclusas.
Sobre todo este processo nos dá conta ao longo da conversa com Raquel Marinho, mas também, como costuma acontecer, ficamos a conhecê-la melhor, à sua relação precoce com a poesia, e ao que considera ser o desígnio e o papel da arte na sociedade.
Fri, 28 Nov 2025 - 1h 09min - 343 - Leituras com Pedro Mexia: "O Sena tinha ao mesmo tempo uma noção muito elevada do seu valor literário e uma grande amargura pelo pouco reconhecimento que tinha. "
Na rubrica de sugestões de leitura deste mês, Pedro Mexia traz-nos 2 livros:
Cultura, do filósofo, professor e crítico literário inglês Terry Eagleton, edições 70
e
Sophia-Sena, As Cartas, edição Guerra e Paz
Como acontece sempre no decorrer desta conversa, muitos outros nomes de áreas distintas da cultura acabam por se juntar a nós.
Por exemplo Luís de Camões, William Carlos Williams, João Miguel Fernandes Jorge, Oscar Wilde, Jim Morrison, Agustina Bessa-Luís, Charlie Chaplin, Miguel Torga, Aquilino Ribeiro, Eugénio de Andrade, T. S. Eliot, Emily Dickinson, Vergílio Ferreira, Almeida Faria, Arnaldo Saraiva, James Joyce, Manuel Alegre, Platão, Aristóteles, George Steiner, Immanuel Kant, Ludwig van Beethoven, Fernando Pessoa, Eduardo Lourenço, Óscar Lopes, Vasco Graça Moura, Vítor Manuel de Aguiar e Silva, Safo, Konstantínos Kaváfis, Dante Alighieri, Friedrich Hölderlin, Carlos Drummond de Andrade, Ferreira Gullar, ou Chico Buarque.
Fri, 21 Nov 2025 - 1h 30min - 342 - Anabela Mota Ribeiro: "Eu acho que escrevo tanto com o cinema ou com as artes plásticas como escrevo com a literatura."
"Essa é, no fundo, a ideia nuclear do Quarto do Bebé. É que omeu útero sempre esteve na minha mão e na minha cabeça. No fundo, eu sempre soube que não ia ser mãe desses bebés e que é possível exprimir a nossa fertilidade de outra maneira."
Anabela Mota Ribeiro é jornalista, escritora e programadora cultural. Nasceu em Trás os Montes, em 1971. Fez a licenciatura e o mestrado (variante Estética) em Filosofia na FCSH da Universidade Nova de Lisboa, curso que escolheu porque "era uma forma de organizar o pensamento e de ler umas coisas acompanhada, mais dirigida", que não leria de outra forma.
Publicou vários livros, alguns decorrentes de programas que apresentou e criou, e um romance chamado "O Quarto do Bebé", em 2023.
Também sobre esse livro e sobre as reflexões que ele traz conversamos no podcast.
As escolhas de Anabela:
Ana Hatherly, Tisana
Jorge Sousa Braga, Levaram-no ao serviço de urgência
Adília Lopes, esta música/ é linda/ mas não anula
Alice Sant’ Anna, Sabiá
Adélia Prado, As Palavras e os Nomes
Chico Buarque, Eu Te Amo
Ruy Belo, Não Sei Nada
(fotografia de Estelle Valente)
Fri, 14 Nov 2025 - 1h 32min - 341 - Cristina Branco: "Provavelmente, o meu primeiro grande crush literário foi o David Mourão-Ferreira."
Lançou recentemente o disco Mulheres de Abril, resgatando algumas letras que considera urgentes nos dias que correm. Acredita que, por ter uma voz pública, tem quase uma obrigação cívica de intervir e usa a música para o fazer.
Nesta conversa, conhecemos o seu percurso na música - que começou quando cantava na casa dos avós usando a vassoura como microfone - e cresceu para palcos nacionais e internacionais, 18 álbuns, quase 30 anos de carreira.
Conhecemos o seu enamoramento pelas palavras, as dos poetas mas também dos ficcionistas, a importância que atribui à cultura e à arte como instrumentos de pensamento.
Cristina Branco veio ao podcast para a conhecermos melhor através de alguns dos poemas de que mais gosta, e são eles:
Cecília Meireles, Motivo
Mário Cesariny, You are welcome to Elsinore
Adília Lopes, Arte Poética
Levi Condinho, Recado
David Mourão-Ferreira – E por vezes
Daniel Jonas, Virá atrás de ti
Herberto Helder, levanto à vista o que foi a terramagnífica
Fri, 07 Nov 2025 - 1h 14min - 340 - Leituras com Pedro Mexia: "E o final não é esperançoso, mas não é o que nós estávamos à espera. É um final absolutamente colossal."
Na rubrica de sugestões de leitura deste mês, Pedro Mexia traz-nos 3 livros:
Herscht 07769, de László Krasnahorkai, Prémio Nobel da Literatura 2025, tradução de João Miguel Henriques a partir do húngaro, edição Cavalo de Ferro;
A Destruição Do Tempo - Três Décadas, Uma Antologia,de Luís Quintais, edição Assírio & Alvim;
Que Se Passa com o Baum?, o primeiro romance de Woody Allen, tradição de Miguel Martins, edição Edições 70
Como normalmente acontece nestas conversas sobre sugestões literárias, muitos outros autores e referências musicais ou cinematográficas aparecem.
Aqui ficam alguns exemplos: Tatiana Faia, Wallace Stevens, João Miguel Fernandes Jorge, Joaquim Manuel Magalhães, T. S. Eliot, Johann Sebastian Bach, Béla Tarr, Emir Kusturica Simone Weil, Milan Kundera, Thomas Bernhard, Karl Ove Knausgård, Georges Perec, Peter Handke, Jon Fosse, James Joyce, Pedro Costa ou Liev Tolstói.
Fri, 31 Oct 2025 - 1h 12min - 339 - Catarina Nunes de Almeida: Quando tenho esse tempo e esse silencio é quando as coisas acontecem para a escrita."
Catarina Nunes de Almeida nasceu em Lisboa, em 1982. É poeta, investigadora, com formação em Estudos Portugueses e doutoramento na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que resultou na obra «Migração Silenciosa – Marcas do Pensamento Estético do Extremo Oriente na Poesia Portuguesa Contemporânea».
Acredita que escreve poesia devido às experiências que os avós lhe proporcionaram na infância. Procurava então, e continua a procurar agora, o silêncio, a natureza, a observação e a contemplação.
Tem seis livros de poesia publicados, e uma inclinação natural para o orientalismo, e para essa forma poética chamada haiku.
Diz muitíssimos bem poesia, como poderão escutar ao longo deste episódio, para o qual escolheu autores de que gosta muito há muito tempo, mas também algumas novidades, como por exemplo um autor que traduziu e cujo livro será publicado em breve.
Poemas:
- Mulher da Erva - Zeca Afonso, in «Cantigas do Maio»
- Escrevo do lado mais invisível das imagens - Daniel Faria, in «Dos Líquidos»
- Um Outro Nascimento - Forough Farrokhzad, trad. Vasco Gato
- Príncipe - Ana Hatherly, in «Um Calculador de Improbabilidades» (ou
- Esta Noite Morrerás - Ana Hatherly, in «Poesia 1958-1978») ...indecisão ;)
- Cálice - Chico Buarque, in «Chico Buarque»
- Aceita o Universo - Alberto Caeiro
- Acontecimento - Ruy Belo, in «Aquele Grande Rio Eufrates»
- A construção será redonda - António Ramos Rosa, in «O Aprendiz Secreto»
- O Desejo de Ser Generoso - Wendell Berry, trad. Catarina Nunes de Almeida
- A Terra do Estranho, A Terra Serena - Mahmoud Darwich, trd. Manuel Alberto Vieira
Fri, 24 Oct 2025 - 1h 46min - 338 - Maria Castello Branco
Tem 26 anos, é comentadora política, cronista, podcaster,curiosa, leitora, perguntadora por natureza e desde sempre. Maria Castello Branco nasceu em Abril de 1999 e logo na infância anunciou que quando fosse crescida queria ser filósofa ou primeira-ministra.
Quando terminou o Ensino Secundário pensou estudar Literatura, mas acabaria por se licenciar em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Católica de Lisboa, e por fazer depois um mestrado em Teoria Política na London School of Economics, onde se especializou em Filosofia Política Chinesa.
Já passaram uns anos e confessa-nos, no decorrer desta conversa, que não só a melhor professora que alguma teve foi a professora de Literatura, como essa foi também a sua 'melhor disciplina de sempre'.
Integrou a Juventude do CDS e a Iniciativa Liberal, partido pelo qual foi candidata a deputada nas legislativas de 2019. Já não está na política activa, mas não exclui em definitivo a possibilidade de regressar um dia.
Poemas:
- rêve oublié, António Maria Lisboa the fortress, Louise Gluck when slowness arrives, John Hollowayquietness, Rumi beloved, Ibn arabidizem que precisam de ar, Regina Guimarães ando um pouco por cima do chão, Daniel Farianão sei como dizer-te que minha voz te procura, Herberto Helder
Fri, 17 Oct 2025 - 1h 39min - 337 - Rui Lage: "Eu creio que todos os poetas, mesmo que não o confessem, têm alguma vontade ou gostavam de conseguir eternizar as pessoas de quem mais gostam, as pessoas que amam. "
Rui Lage nasceu em 1975.É escritor, professor e político, membro da Assembleia Municipal do Porto e assessor no Parlamento Europeu. Doutor em Literatura Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, a sua obra foi distinguida por diversas vezes. Foi responsável, com Jorge Reis-Sá, pela mais extensa e completa antologia da poesia portuguesa alguma vez organizada: Poemas Portugueses: Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI (Porto Editora). Mais recentemente, já este ano, organizou o livro Adeus, Campos Felizes, Antologia do Campo na Poesia Portuguesa do Século XIII ao Século XXI,para o qual escreveu um ensaio, e o livro Filhos da época,50 poemas políticos nos 50 anos do 25 de Abril, que reúne 50 poemas de poetas de várias gerações da poesia portuguesa em diálogo com a tradição e com o seu tempo.
Poemas:
Matsuo Basho - "haiku da rã" (versão de Jorge Sousa Braga)John Donne - O Êxtase (trad. Helena Barbas - "PoemasEróticos", Assírio & Alvim)
Giacomo Leopardi - O Infinito (trad. de Albano Martins -"Cantos", Vega, Lisboa, s/d.)
Rilke - Elegia de Duíno VIII (trad. de Paulo Quintela)
D.H.Lawrence - Figos (versão de Herberto Helder, in "AsMagias")
Herberto Helder - Elegia Múltipla - VIII (de "A Colherna Boca")
Ruy Belo - Elogio de Maria Teresa (de "Transporte noTempo")
Jorge de Sena - A morte, o espaço, a eternidade (de"Metamorfoses")
Manuel António Pina - Junto à água (de "Um sítio onde pousar a cabeça")
Carlos de Oliveira - Montanha (de "Pastoral")
Fri, 10 Oct 2025 - 1h 43min - 336 - Ana Cláudia Santos: "Eu tenho cadernos ou lápis em todas as zonas da casa. Acho que perdi tanto tempo a não escrever que agora gostava muito de tentar aproveitar o tempo perdido."
Recebemos a escritora e tradutora Ana Claúdia Santos. Nasceu em 1984, em Lisboa. Passou a infância na Cruz de Pau e a adolescência em Beja. Viveu em Nápoles e em Pisa. É doutorada em Teoria da Literatura pela Universidade de Lisboa e dedicou-se ao estudo de Giambattista Vico, cuja autobiografia traduziu.
Traduziu, entre outros, Carlo Collodi, Sergio Solmi, Italo Svevo, Carlo Levi, Fleur Jaeggy, Alba de Céspedes e Natalia Ginzburg. Recebeu, em 2023, uma menção honrosa da Associação Portuguesa de Tradutores pela tradução de A Consciência de Zeno, de Italo Svevo.
Em 2022, publicou o volume A Morsa — Contos de Inocência e de Violência. Lavores de Ana é a sua primeira narrativa longa.Para a nossa conversa, trouxe vários poemas.
Fernando Pessoa, Conselho
Mário Cesariny, hoje, dia de todosos demónios
Alexandre O’ Neill, O Enforcado
Lucille Clifton, Ao Meu Último Período(tradução de Jorge Sousa Braga)
Alda Merini, Alda Merini (traduçãode João Coles)
Alda Merini, ‘Eu era um pássaro’, (traduçãode Clara Rowland,
Adelia Prado, Os Lugares Comuns
Andreia C. Faria, Descarnação
Fri, 03 Oct 2025 - 1h 29min - 335 - Leituras com Pedro Mexia: "O Rimbaud pedia tudo à poesia, tinha uma concepção absoluta da poesia. E, portanto, ele queria mesmo uma coisa nunca vista. "
No novo episódio da rubrica falamos de 2 autores, ambos, como nos lembra Pedro Mexia, grandes invisíveis da literatura.
J. D. Salinger, porque se recolheu por mais de 45 anos, recusando qualquer entrevista ou evento público e não permitindo sequer que a sua fotografia constasse em qualquer um dos seus livros; e Arthur Rimbaud porque aos 20 anos decidiu sair de França para mudar de vida e não mais escrever poesia nem regressar ao meio literário francês onde viveu os 5 anos em que escreveu a sua obra, entre os 15 e os 20.
O pretexto para esta conversa é a publicação de 2 livros. De J. D. Salinger, pela Relógio D´Água com tradução de José Lima 'Carpinteiros, Levantai Alto a Cumeeira e Seymour - Uma Introdução' - embora sejam tema de conversa os outros livros do autor; e de Arthur Rimbaud o livro 'Poesia', editado pela Assírio & Alvim recentemente e traduzido por João Moita.
Como costuma acontecer, ao longo da conversa, surgem muitos outros nomes da cultura, literária também mas não só.
A título de exemplo: Helena Ferrante, Thomas Pynchon, Herberto Helder, Allen Ginsberg, Machado de Assis, Camilo Castelo Branco, Safo, Anne Carson, Vladimir Nabokov, Wes Anderson, Éric Rohmer, Leonard Cohen, Stéphane Mallarmé, T. S. Eliot, Paul Verlaine, Jim Morrison, Patti Smith, Samuel Taylor Coleridge, Théophile Gautier, Vasco Graça Moura, Charles Baudelaire, William Wordsworth, José Bento,Federico García Lorca ou Óssip Mandelstam, Woody Allen ou Arthur Miller,
Este episódio foi gravado ao vivo no Templo da Poesia, em Oeiras, e resulta de uma parceria entre O Poema Ensina a Cair, a Câmara Municipal de Oeiras e as Bibliotecas de Oeiras.
Fri, 26 Sep 2025 - 1h 47min - 334 - Poemas para o Verão: Cláudia R. SampaioSun, 21 Sep 2025 - 05min
- 333 - Poemas para o Verão: Susana Moreira Marques lê Konstantínos KaváfisSun, 21 Sep 2025 - 03min
- 332 - Poemas para o Verão: Fabricio CorsalettiSat, 20 Sep 2025 - 03min
- 331 - Poemas para o Verão: Ricardo Ribeiro lê Raul de CarvalhoFri, 19 Sep 2025 - 03min
- 330 - Poemas para o Verão: Rita Taborda Duarte lê Sylvia PlathFri, 19 Sep 2025 - 02min
- 329 - Poemas para o Verão: Ivo Canelas diz Leonard CohenThu, 18 Sep 2025 - 02min
- 328 - Poemas para o Verão: Maria Luiza Jobim lê Tom JobimWed, 17 Sep 2025 - 03min
- 327 - Poemas para o Verão: Paola d’Agostino lê Isabella LeardiniTue, 16 Sep 2025 - 01min
- 326 - Poemas para o Verão: Mafalda Veiga lê Eugénio de AndradeTue, 16 Sep 2025 - 01min
- 325 - Poemas para o Verão: Paula Cortes lê José María ZontaMon, 15 Sep 2025 - 02min
- 324 - Poemas para o Verão: Carlos Fiolhais lê Alberto CaeiroMon, 15 Sep 2025 - 01min
- 323 - Poemas para o Verão: Catarina Nunes de Almeida lê Ulla HahnSun, 14 Sep 2025 - 03min
- 322 - Poemas para o Verão: Renato Filipe Cardoso lê Gemma GorgaSat, 13 Sep 2025 - 03min
- 321 - Poemas para o Verão: Fernando Ribeiro lê Oscar WildeSat, 13 Sep 2025 - 02min
- 320 - Poemas para o Verão: Isaque Ferreira lê Ruy BeloFri, 12 Sep 2025 - 12min
- 319 - Poemas para o Verão: Cristina Ovídio lê William WordsworthFri, 12 Sep 2025 - 01min
- 318 - Poemas para o Verão: Teresa Conceição lê João Miguel Fernandes JorgeThu, 11 Sep 2025 - 02min
- 317 - Poemas para o Verão: Inês Meneses lê Adília Lopes e Filipa LealThu, 11 Sep 2025 - 02min
- 316 - Poemas para o Verão: Filipa Martins lê Carlos Drummond de AndradeWed, 10 Sep 2025 - 02min
- 315 - Poemas para o Verão: José Anjos lê António Amaral TavaresTue, 09 Sep 2025 - 02min
- 314 - Poemas para o Verão: Joana Gama lê Ana HatherlyTue, 09 Sep 2025 - 01min
- 313 - Poemas para o Verão: Francisca CameloMon, 08 Sep 2025 - 03min
- 312 - Poemas para o Verão: Ana Vidigal lê Ana Hatherly
Ao longo dos meses de Agosto e de Setembro, convidamos amigos do podcast a lerem poemas para o Verão.
Hoje recebemos a artista plástica Ana Vidigal, que escolheu ler um poema belíssimo Tisana 28 de Ana Hatherly, publicado no livro Poesia 1958-1978, página 139, Círculo de Poesia, Moraes Editores, 1980.
Sun, 07 Sep 2025 - 01min - 311 - Poemas para o Verão: Luísa Sobral lê Vinicius de MoraesSat, 06 Sep 2025 - 02min
- 310 - Poemas para o Verão: Inês Dias lê Herberto HelderFri, 05 Sep 2025 - 03min
- 309 - Poemas para o Verão: Silvia Pfeifer lê Mário QuintanaTue, 19 Aug 2025 - 01min
- 308 - Poemas para o Verão: Paulo José Miranda lê João Pedro PortoThu, 04 Sep 2025 - 04min
- 307 - Poemas para o Verão: Carlos Tê
Ao longo dos meses de Agosto e de Setembro, convidamos amigos do podcast a lerem poemas para o Verão.
Carlos Tê, poeta, escritor e letrista lê um poema belíssimo de sua autoria.
Nota importante: Carlos Tê já foi convidado deste podcast para uma conversa belíssima emitida em Junho de 2021. Podem ir lá espreitar :)
Wed, 03 Sep 2025 - 02min - 306 - Leituras para o Verão: Isabel Saldanha lê Eugénio de AndradeTue, 02 Sep 2025 - 01min
- 305 - Poemas para o Verão: Teresa Tavares lê Matilde CampilhoTue, 02 Sep 2025 - 01min
- 304 - Poemas para o Verão: Marília GarciaMon, 01 Sep 2025 - 02min
- 303 - Poemas para o Verão: Ricardo Dias Felner lê Paulo BarbosaMon, 01 Sep 2025 - 01min
- 302 - Poemas para o Verão: Cláudia Marques Santos lê Luís Miguel NavaSun, 31 Aug 2025 - 01min
- 301 - Poemas para o Verão: João Taborda da Gama lê Yehuda AmichaiSun, 31 Aug 2025 - 02min
- 300 - Poemas para o Verão: Paulo Condessa lê Manuel António PinaSat, 30 Aug 2025 - 02min
- 299 - Poemas para o Verão: Filipe Raposo lê Amalia BautistaSat, 30 Aug 2025 - 01min
- 298 - Poemas para o Verão: Vasco Gato lê António Franco AlexandreFri, 29 Aug 2025 - 02min
- 297 - Poemas para o Verão: Joana Bértholo lê Mary OliverFri, 29 Aug 2025 - 02min
- 296 - Poemas para o Verão: Manuel Alberto ValenteThu, 28 Aug 2025 - 01min
- 295 - Poemas para o Verão: António de Castro Caeiro lê Wallace Stevens
Ao longo dos meses de Agosto e de Setembro, convidamosamigos do podcast a lerem poemas para o Verão.
Hoje recebemos o filósofo de professor de Filosofia Antiga António de Castro Caeiro, que escolheu ler um poema de Wallace Stevens, numa tradução de Luís Quintais.
A fotografia que acompanha este episódio é da autoria de Matilde Fieschi.
Thu, 28 Aug 2025 - 02min - 294 - Poemas para o Verão: Tarso de Melo lê Claudia Roquette-PintoWed, 27 Aug 2025 - 02min
- 293 - Poemas para o Verão: Ana Bacalhau lê Alberto CaeiroWed, 27 Aug 2025 - 01min
- 292 - Poemas para o Verão: Nuno Artur SilvaTue, 26 Aug 2025 - 02min
- 291 - Poemas para o Verão: Leonardo Gandolfi lê Ernesto Lara FilhoTue, 26 Aug 2025 - 02min
- 290 - Poemas para o Verão: Anabela Mota Ribeiro lê Chico BuarqueMon, 25 Aug 2025 - 02min
- 289 - Poemas para o Verão: Catarina Santiago Costa lê Gastão CruzMon, 25 Aug 2025 - 01min
- 288 - Poemas para o Verão: Mia Tomé lê Emily DickinsonSun, 24 Aug 2025 - 01min
- 287 - Poemas para o Verão: João Concha lê Kateryna Babkina
Ao longo dos meses de Agosto e de Setembro, convidamos amigos do podcast a lerem poemas sobre o Verão.
Hoje recebemos o editor da Não Edições João Concha, que nos traz a leitura de uma autora ucraniana chamada Katerina Babkina. O poema está publicado no livro Este Mundo é um Vertep, tradução de Ana Martins, edição Não Edições.
Sun, 24 Aug 2025 - 02min - 286 - Poemas para o Verão: Inês Francisco Jacob lê Eugénio de AndradeSat, 23 Aug 2025 - 01min
- 285 - Poemas para o Verão: Aline Bei lê Ana Cristina CesarSat, 23 Aug 2025 - 02min
- 284 - Poemas para o Verão: J. P. SimõesFri, 22 Aug 2025 - 01min
- 283 - Poemas para o Verão: Fernando Alves lê Rita Taborda DuarteFri, 22 Aug 2025 - 02min
- 282 - Poemas para o Verão: Richard Zenith lê Sophia de Mello Breyner Andresen
Ao longo dos meses de Agosto e de Setembro, convidamos amigos do podcast a lerem poemas para o Verão.
Richard Zenith, escritor, tradutor e crítico literário americano-português, autor do livroPessoa, Uma Biografia, edição Quetzal, escolheu ler um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen.
A fotografia que acompanha o episódio é da autoria de Hanmi Kim.
Thu, 21 Aug 2025 - 02min - 281 - Poemas para o Verão: Michaela Schmaedel lê Miguel-MansoThu, 21 Aug 2025 - 02min
- 280 - Poemas para o Verão: André Tecedeiro
Ao longo dos meses de Agosto e de Setembro, convidamos amigos do podcast a lerem poemas para o Verão.
O poeta André Tecedeiro lê um poema de sua autoria, escrito numa praia de Lagos e publicado no livro A Axila de Egon Schiele, Porto Editora, 2020.
A fotografia que acompanha este podcast é da autoria de Filipe Ferreira.
Wed, 20 Aug 2025 - 01min - 279 - Poemas para o Verão: Pedro Mexia lê António Cícero
Ao longo dos meses de Agosto e de Setembro, convidamos amigos do podcast a lerem poemas para o Verão.
Hoje recebemos Pedro Mexia, que todos os meses assina aqui no podcast uma rubrica de sugestões de leitura de ficção e poesia, e que para o Verão escolheu ler um poema de António Cícero.
O próximo episódio da rubrica Leituras com Pedro Mexia será gravado ao vivo no Templo da Poesia, em Oeiras, no dia 17 de Setembro, às 21h. Junte-se a nós.
Wed, 20 Aug 2025 - 10min - 278 - Poemas para o Verão: Raquel Nobre Guerra lê Louise Glück
Ao longo dos meses de Agosto e de Setembro, convidamos amigos do podcast a lerem poemas para o Verão.
Hoje recebemos a poeta Raquel Nobre Guerra, que escolheu ler a poeta Louise Glück, vencedora do Prémio Nobel da Literatura em 2020.
O poema está publicado no livro A Íris Selvagem, com tradução de Ana Luísa Amaral e edição Relógio D'Água.
Tue, 19 Aug 2025 - 02min - 277 - Poemas para o Verão: António Zambujo lê Alberto CaeiroTue, 19 Aug 2025 - 02min
- 276 - Poemas para o Verão: Filipa LealMon, 18 Aug 2025 - 01min
- 275 - Poemas para o Verão: Sérgio Godinho lê Sophia de Mello Breyner AndresenMon, 18 Aug 2025 - 01min
- 274 - Poemas para o Verão: Fernando Cabral Martins lê Mário CesarinySun, 17 Aug 2025 - 01min
- 273 - Poemas para o Verão: Cláudia Lucas Chéu lê Alberto CaeiroSun, 17 Aug 2025 - 01min
- 272 - Poemas para o Verão: Ana Martins MarquesSat, 16 Aug 2025 - 02min
- 271 - Poemas para o Verão: Ricardo Ribeiro lê Rainer Maria RilkeSat, 16 Aug 2025 - 01min
- 270 - Poemas para o Verão: Madalena Sá Fernandes lê José María ZontaFri, 15 Aug 2025 - 01min
- 269 - Poemas para o Verão: Ana Rita Bessa lê Nuno JúdiceFri, 15 Aug 2025 - 01min
- 268 - Poemas para o Verão: Miguel Martins lê Xutos e PontapésThu, 14 Aug 2025 - 02min
- 267 - Poemas para o Verão: Rui Zink lê William ShakespeareThu, 14 Aug 2025 - 02min
- 266 - Poemas para o Verão: Raquel Serejo MartinsWed, 13 Aug 2025 - 03min
- 265 - Poemas para o Verão: Isabel Abreu lê Nuno JúdiceWed, 13 Aug 2025 - 02min
- 264 - Poemas para o Verão: Maria do Rosário PedreiraTue, 12 Aug 2025 - 02min
- 263 - Poemas para o Verão: Luca Argel lê Bruna BeberMon, 11 Aug 2025 - 02min
- 262 - Poemas para o Verão: Tatiana Faia lê Giórgos Seféris e Konstantínos KaváfisSun, 10 Aug 2025 - 12min
- 261 - Poemas para o Verão: André Gago lê Ruy BeloSat, 09 Aug 2025 - 01min
- 260 - Poemas para o Verão: Pedro Cabrita Reis lê um poema de sua autoriaFri, 08 Aug 2025 - 03min
- 259 - Poemas para o Verão: Djaimilia Pereira de Almeida lê Adrienne RichThu, 07 Aug 2025 - 03min
- 258 - Poemas para o verão: Ricardo Marques lê Edwin MorganWed, 06 Aug 2025 - 02min
- 257 - Poemas para o Verão: Ana Brandão lê Adília LopesTue, 05 Aug 2025 - 02min
- 256 - Poemas para o Verão: José Eduardo Agualusa lê Eduardo Bettencourt PintoMon, 04 Aug 2025 - 02min
- 255 - Poemas para o Verão: Jorge Roque
Ao longo do mês de Agosto, convidamos amigos do podcast a partilharem leituras de poemas sobre o verão, ou que aludam ao verão.
O poeta Jorge Roque lê um poema de sua autoria, que faz parte de um ciclo, e que está publicado no livro Desembarque das Ondas (antologia para Ingmar Bergman), coordenação de Raquel Nobre Guerra, edição Livraria Linha de Sombra.
Sun, 03 Aug 2025 - 02min - 254 - Poemas para o Verão: Aldina Duarte lê Armando Silva CarvalhoSat, 02 Aug 2025 - 02min
- 253 - Poemas para o verão: Raymond Carver por Raquel Marinho
No decorrer do mês de Agosto, vários convidados do podcast lêem poemas sobre o verão, ou que aludam ao verão.
A primeira leitura é de Raquel Marinho, autora do podcast.
O poema O Meu Trabalho,de Raymond Carver,está publicado no livro Trocando Dólares por Cêntimos (alguma poesia norte-americana),com edição Contracapa e versões de Luís Filipe Parrado.
Fri, 01 Aug 2025 - 05min - 252 - A poesia de Casimiro de Brito por Ana Isabel Soares
Este episódio, gravado ao vivo no Polo da Biblioteca Casimiro de Brito, em Almancil, é dedicado ao poeta Casimiro de Brito, nascido em Loulé , em 1938.
Para nos ajudar a conhecer e compreender a sua poesia, conversamos com Ana Isabel Soares, Professora associada na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve.
Fri, 25 Jul 2025 - 53min - 251 - Pedro Mexia: Cinquenta Cinquenta
Pedro Mexia é poeta, crítico literário, responsável da colecção de poesia da editora Tinta da China, e colaborador deste podcast com a rubrica mensal de sugestões de leitura de ficção e poesia.
Publicou recentemente o livro Cinquenta Cinquenta, " aos cinquenta anos, cinquenta poemas, todos inéditos: ideias e coisas, aquilo que se perdeu, aquilo que já não virá, valor e nulidade, finitude e tragicomédia" como podemos ler na sinopse.
Tue, 22 Jul 2025 - 08min - 250 - Paola d'Agostino - Poetas ao DomicílioSun, 20 Jul 2025 - 05min
- 249 - Nuno Moura - Poetas ao DomicílioSat, 19 Jul 2025 - 06min
- 248 - Nelson Boggio - Poetas ao DomicílioFri, 18 Jul 2025 - 03min
- 247 - Miguel-Manso - Poetas ao Domicílio
O Poema Ensina a Cair e a Casa de Gigante organizaram, pelo terceiro ano, a actividade Poetas ao Domicílio para a Maratona de Leitura da Sertã.
Além de dirigir a Casa de Gigante – Associação Cultural Mandriões no Vale Fértil, na aldeia de Vale do Pereiro, Sertã, Miguel-Manso é poeta e realizou algumas das leituras ao domicílio. Nasceu em Santarém, em 1979, e publica poemas desde 2008 em várias editoras ou a solo. Com o irmão João escreveu, produziu, actuou, realizou duas longas metragens em cinema.
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Thu, 17 Jul 2025 - 04min
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